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	<description>Just another WordPress weblog</description>
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		<title>Google Chrome: Futuro incerto para o Firefox</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/12/09/google-chrome-futuro-incerto-para-o-firefox/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Firefox é um guerreiro. Em tempos que o Internet Explorer reinava absoluto, tendo derrubado o seu maior combatente, o falecido Netscape, eis que surge das cinzas o browser da raposa vermelha. Logo caiu em bons olhos, com recursos inovadores e interface enxuta. Com o passar dos anos, o browser foi ganhando forças e revolucionando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm5.static.flickr.com/4038/4173238088_9ea5ebd825_o.png" alt="" width="299" height="150" />O Firefox é um guerreiro. Em tempos que o Internet Explorer reinava absoluto, tendo derrubado o seu maior combatente, o falecido Netscape, eis que surge das cinzas o browser da raposa vermelha. Logo caiu em bons olhos, com recursos inovadores e interface enxuta. Com o passar dos anos, o browser foi ganhando forças e revolucionando a área. Posso estar me enganando, mas acredito que muitos recursos hoje presentes em vários navegadores surgiu com o Firefox: área de busca dedicada, plugins de buscadores, awesome-bar, auto-correção automática, gerenciamento de sessões, e talvez o melhor de todos, extensões que transformavam o navegador em uma potência personalizada.</p>
<p>Por esse motivo, hoje em dia, o espaço do Firefox, conquistado a duras penas, parece estar ameaçado pelo concorrente Google Chrome. O navegador do Google também surgiu inovando, porém em performance. Desde o início, o Firefox recebia críticas em relação ao gerenciamento de memória e muitos achavam o browser um pouco pesado e lento. Foram exatamente os elogios recebidos pelo Chrome quando ele apareceu do nada, quando todos também comentavam: &#8220;mais um navegador?? Para quê??&#8221;</p>
<p>Porém o Google não entra em um setor &#8220;só de brincadeira&#8221;. O Chrome vem ganhando força e até Sistema Operacional para netbooks já virou. E agora ganhou um aliado recurso, a possibilidade de instalar extensões. A facilidade é incrível, e nem é necessário reiniciar o browser a cada extensão instalada.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><img class=" " src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4172482163_b2f38f4352_o.jpg" alt="Página de extensões do Google Chrome" width="504" height="301" /><p class="wp-caption-text">Página de extensões do Google Chrome</p></div>
<p>Muitas opções, diga-se de passagem, para os primeiros dias de lançamento. Gmail, Facebook, Tweeter, Myspace, Google Calendar, Adblock, entre outras opções.</p>
<p>Ainda não chegou o dia, mas é possível que em breve o Firefox perderá o status de navegador padrão no meu computador. O Chrome ainda possui alguns nós soltos, principalmente na versão para Mac foi lançada a pouco tempo: não possui extensões ainda e nem plugin para Java.</p>
<p>Mas a menos que o Firefox 4.0 resolva virar o jogo, chegará em breve o dia que apagarei o Firefox do meu HD, e encerrando uma era de luta e méritos!</p>
<p>t+</p>
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		<title>Novo 3GS Impede o Jailbreak</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/10/13/novo-3gs-impede-o-jailbreak/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 01:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[3gs]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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		<description><![CDATA[Não demorou muito, mas a Apple finalmente contra-atacou. Aparentemente, a mais nova remessa de iPhones 3GS que estão começando a ser vendidos no EUA possuem uma versão atualizada do Bootrom (iBoot-359.3.2), muito provavelmente corrigindo a falha que permitiu o Jailbreak até a versão 3.1.2. Na verdade, a falha não era no firmware, e sim no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 326px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2437/4009598595_261f32b77f_o.png" alt="Post no twitter do dev-team" width="316" height="120" /><p class="wp-caption-text">Post no twitter do dev-team</p></div>
<p>Não demorou muito, mas a Apple finalmente contra-atacou. Aparentemente, a mais nova remessa de iPhones 3GS que estão começando a ser vendidos no EUA possuem uma versão atualizada do Bootrom (iBoot-359.3.2), muito provavelmente corrigindo a falha que permitiu o Jailbreak até a versão 3.1.2. Na verdade, a falha não era no firmware, e sim no próprio iPhone que permitia ser hackeado. Com essa correção, o novo 3GS fica novamente blindado, por tempo indeterminado.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 489px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2534/4009598727_ec07dfeab4_o.jpg" alt="Apple contra-ataca!" width="479" height="219" /><p class="wp-caption-text">Apple contra-ataca!</p></div>
<p>Quem comprou um até agora, está salvo por enquanto. Mas quem pretendia importar um e fazer o Jailbreak, aguarde uma nova investida dos rebeldes.</p>
<p>t+</p>
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		<title>Apple Store Brasil Finalmente Aberta!</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/10/06/apple-store-brasil-finalmente-aberta/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Demorou um bocado, mas finalmente se concretizou. A Apple já vinha demonstrando um interesse crescente no mercado latino-americano, e agora finalmente a sua linha de produtos completa pode ser comprada a partir do site oficial.
Como assim? Antes não era possível? Não&#8230; antes tudo que tínhamos era uma lista de revendedores autorizados, onde poderíamos acessar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://store.apple.com/br"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2564/3986491319_e1e37d40c0_o.jpg" alt="" width="493" height="196" /></a>Demorou um bocado, mas finalmente se concretizou. A Apple já vinha demonstrando um interesse crescente no mercado latino-americano, e agora finalmente a sua linha de produtos completa pode ser comprada a partir do site oficial.</p>
<p>Como assim? Antes não era possível? Não&#8230; antes tudo que tínhamos era uma lista de revendedores autorizados, onde poderíamos acessar o site ou ligar para a loja. Agora tudo pode ser feito diretamente no site da Apple, com as vantagens que os outros países também ganham: equipamentos personalizados, gravações a laser gratuitas nos ipods, descontos para estudantes e professores, frete grátis para compras acima de R$120 e parcelamento sem juros até 12 vezes.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3506/3986494787_21ef633507_o.png" alt="" width="471" height="182" /></p>
<p>Os preços, apesar de sempre caros para os padrões nacionais e de outras marcas, também são atraentes. O preço de um Mac novo caiu consideravelmente no decorrer do ano.</p>
<p>Bem-vinda a Apple Store Brasil, e aproveitem as vantagens.</p>
<p>t+</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Rumor] Apple revolucionando a Imprensa</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/10/02/apple-revolucionando-a-imprensa/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: <a href="http://icorebr.com/2009/07/14/a-historia-nao-contada-como-o-iphone-revolucionou-a-industria-de-telefonia/" target="_blank">A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</a>. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo seria algo entre um iPhone e um netbook. Como essas teorias vão e vem, é difícil prever quando, ou mesmo se a Apple vai lançar um produto desse tipo.</p>
<p>Porém, algumas notícias recentes começam a dar forma ao corpo. Fontes diversas afirmam que a Apple entrou em contato com os grandes jornais norte-americanos, como o New York Times, para tentar desenvolver uma &#8220;nova versão&#8221;do tablóide. Essa versão seria totalmente compatível com um dispositivo sem mouse e teclado. Outras fontes afirmam que a Apple recebeu visitas de grandes representantes de revistas famosas buscando uma forma interativa de conteúdo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3443/3974933858_05e754f551.jpg" alt="Mock-up de um tablet produzido pela Apple" width="500" height="330" /><p class="wp-caption-text">Mock-up de um tablet produzido pela Apple</p></div>
<p>Essas informações pavimentam o caminho para uma possível entrada no mundo atualmente dominado por dois dispositivos: o Amazon Kindle e o Sony e-Reader. Há anos que escutamos a velha premissa que a mídia impressa está com os dias contados, e dispositivos com o Kindle matarão os livros convencionais. Mas na prática, mesmo com o aumento do número de dados em formato digital, isso não ocorreu ainda.</p>
<p>Estaria Steve Jobs preparando sua cartada final na sua carreira na Apple tentando revolucionar a indústria de notícias? De forma semelhante ao iPhone, já existem concorrentes estabelecidos no mercado, mas sempre existe espaço para inovação. As telas dos dispositivos atuais, por exemplo, são incrivelmente econômicas, mas isso causa limitações como o conteúdo estático, igual a um livro. Uma tela touch screen no estilo do iPhone possui a versatilidade do conteúdo dinâmico e chamativo. Aliando isso a um navegador de internet e aos já estabelecidos recursos de música e vídeo do iPhone, existe um potencial escondido.</p>
<p>A Apple parece estar seguindo a tática que já deu certo uma vez, partindo primeiro para as parcerias. Talvez estejamos presenciando o nascimento de uma revolução. Ou simplesmente mais um gadget que fica encostado na estante e não substitui a sensação de &#8220;saborear&#8221; um livro novo.</p>
<p>t+</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como recusar uma ligação com o iPhone travado</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/10/01/como-recusar-uma-ligacao-com-o-iphone-travado/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já se perguntou como recusar uma ligação quando o iPhone está no modo sleep, ou seja, com a tela desligada? Nesse modo, todo tipo de interação com o aparelho é resumido ao característico: &#8220;arrastar para desbloquear&#8221;, enquanto no modo normal aparecem dois botões. Veja o exemplo abaixo:
Então aqui vai uma dica rápida para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se perguntou como recusar uma ligação quando o iPhone está no modo sleep, ou seja, com a tela desligada? Nesse modo, todo tipo de interação com o aparelho é resumido ao característico: &#8220;arrastar para desbloquear&#8221;, enquanto no modo normal aparecem dois botões. Veja o exemplo abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3490/3972430356_921a3b77f2_o.png" alt="" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Modo bloqueado</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3498/3972429700_32201084be_o.png" alt="" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Modo normal</p></div>
<p>Então aqui vai uma dica rápida para quem não tem muita prática: para cancelar uma ligação nesse modo, basta apertar duas vezes no botão de travamento, localizado no topo do aparelho. O primeiro toque silencia a chamada (semelhante a apertar no botão de volume), e o segundo recusa a ligação.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2601/3972461656_d86dd85bd9_o.jpg" alt="Basta apertar duas vezes o botão de travamento" width="500" height="294" /><p class="wp-caption-text">Basta apertar duas vezes o botão de travamento</p></div>
<p>É isso! Espero ter ajudado alguém.</p>
<p>t+</p>
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		</item>
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		<title>Plugin para iSync para o Nokia 5000</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/09/10/plugin-para-isync-para-o-nokia-5000/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 16:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos piores transtornos que já passei foi quando roubaram meu celular uma vez, e além do prejuízo do aparelho, perdi a valiosa informação de todos os meus contatos. Depois disso, fiz questão de procurar um celular com bluetooth, para sincronizar os dados com o Mac de forma simples e eficiente.
O celular escolhido por mim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3488/3906529377_40e3311a0c_t.jpg" alt="" width="98" height="100" />Um dos piores transtornos que já passei foi quando roubaram meu celular uma vez, e além do prejuízo do aparelho, perdi a valiosa informação de todos os meus contatos. Depois disso, fiz questão de procurar um celular com bluetooth, para sincronizar os dados com o Mac de forma simples e eficiente.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 113px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2434/3907307776_5a580ec4b0_o.png" alt="Nokia 5000" width="103" height="238" /><p class="wp-caption-text">Nokia 5000</p></div>
<p>O celular escolhido por mim foi o Nokia 5000, já que era um dos mais baratos com bluetooth (único requisito que eu precisava, já que para escutar músicas, melhor o iPod). O Mac OS X possui um utilitário chamado iSync, que gerencia os dispositivos que o usuário quer cadastrar, como celulares, PDAs, etc. O único problema é que o protocolo SyncML, suportado pelo Nokia 5000 e quase todos os aparelhos, não é tão genérico quanto deveria ser. Ou seja, para o iSync enviar e receber contatos (e até eventos de calendário) para o celular, não é só enviar o protocolo, pois o mundo dos celulares é uma salada mista e cada celular implementa os recursos que quer. Como resultado, o iSync suporta por padrão uma lista resumida de aparelhos, e o Nokia 5000 não estava nessa lista VIP.</p>
<p>A solução foi criar um plugin manualmente, através da ferramenta para desenvolvedores iSync Plugin Maker, que apesar de robusta, não oferece muita ajuda para iniciantes.</p>
<p>Consegui criar o plugin que funciona de forma simples, sincroniza contatos com os seguintes campos: Nome, Sobrenome, Empresa, Aniversário, Telefones. Tentei de várias formas incluir a foto, mas o celular parece ter sérias limitações quanto ao tamanho da imagem. Vou disponilizar o plugin para quem quiser, já que não encontrei algo semelhante na internet <img src='http://icorebr.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nokia 5000 iSync Plugin: <a href="http://www.megaupload.com/?d=CH8QRBSR" target="_blank">download</a></p>
<p>Para instalar, extraia o arquivo para /Applications/iSync.app/Contens/PlugIns/ApplePhoneConduit.syncdevice/Contents/PlugIns/ e depois basta fazer o log out &#8211; log in no Mac OS X. Pronto, o iSync deve agora reconhecer o Nokia 5000 via bluetooth.</p>
<p>Não vou cobrar nada pelo plugin, mas quem gostar muito da ajuda e quiser contribuir vou deixar um botão de doações do paypal!</p>
<form style="text-align: center;" action="https://www.paypal.com/cgi-bin/webscr" method="post">
<input name="encrypted" type="hidden" value="-----BEGIN PKCS7-----MIIHPwYJKoZIhvcNAQcEoIIHMDCCBywCAQExggEwMIIBLAIBADCBlDCBjjELMAkGA1UEBhMCVVMxCzAJBgNVBAgTAkNBMRYwFAYDVQQHEw1Nb3VudGFpbiBWaWV3MRQwEgYDVQQKEwtQYXlQYWwgSW5jLjETMBEGA1UECxQKbGl2ZV9jZXJ0czERMA8GA1UEAxQIbGl2ZV9hcGkxHDAaBgkqhkiG9w0BCQEWDXJlQHBheXBhbC5jb20CAQAwDQYJKoZIhvcNAQEBBQAEgYAxGASI5aD2880zq7lD10E91dkcaZMmk/DiY/Y4XbFLel15TWlSBw/a3q5ZYIX8Z6RjpyBy0YGxOuKbGnSsJdz2/TSDcgG6gqHM5VI17+yHmjDd4/ugDPxf8fxW3cUojUJrMgOmv3mqlFQECkArzwnKmPWTI9mwRbkgWtriq84jKjELMAkGBSsOAwIaBQAwgbwGCSqGSIb3DQEHATAUBggqhkiG9w0DBwQI34u+C6Mj7oGAgZgmrXjTXqolPKN73c+9KkgBKQEg0qsKRVMUMkFNEe5hcLSoUkIWWbt1o6kwt2Y8Ul4eZa+AFwjjWz8p487TKHkwJvCDKeaTlGocNljMr6fAXookO4+rPBD29OjJJLVnoxchHYWIZDZQQeMJT+Ycc/Ias480+qEB3o4MgGmTNgOyXWKurIZB+4fYc1Qh77/GH2TpHdAQAqBr06CCA4cwggODMIIC7KADAgECAgEAMA0GCSqGSIb3DQEBBQUAMIGOMQswCQYDVQQGEwJVUzELMAkGA1UECBMCQ0ExFjAUBgNVBAcTDU1vdW50YWluIFZpZXcxFDASBgNVBAoTC1BheVBhbCBJbmMuMRMwEQYDVQQLFApsaXZlX2NlcnRzMREwDwYDVQQDFAhsaXZlX2FwaTEcMBoGCSqGSIb3DQEJARYNcmVAcGF5cGFsLmNvbTAeFw0wNDAyMTMxMDEzMTVaFw0zNTAyMTMxMDEzMTVaMIGOMQswCQYDVQQGEwJVUzELMAkGA1UECBMCQ0ExFjAUBgNVBAcTDU1vdW50YWluIFZpZXcxFDASBgNVBAoTC1BheVBhbCBJbmMuMRMwEQYDVQQLFApsaXZlX2NlcnRzMREwDwYDVQQDFAhsaXZlX2FwaTEcMBoGCSqGSIb3DQEJARYNcmVAcGF5cGFsLmNvbTCBnzANBgkqhkiG9w0BAQEFAAOBjQAwgYkCgYEAwUdO3fxEzEtcnI7ZKZL412XvZPugoni7i7D7prCe0AtaHTc97CYgm7NsAtJyxNLixmhLV8pyIEaiHXWAh8fPKW+R017+EmXrr9EaquPmsVvTywAAE1PMNOKqo2kl4Gxiz9zZqIajOm1fZGWcGS0f5JQ2kBqNbvbg2/Za+GJ/qwUCAwEAAaOB7jCB6zAdBgNVHQ4EFgQUlp98u8ZvF71ZP1LXChvsENZklGswgbsGA1UdIwSBszCBsIAUlp98u8ZvF71ZP1LXChvsENZklGuhgZSkgZEwgY4xCzAJBgNVBAYTAlVTMQswCQYDVQQIEwJDQTEWMBQGA1UEBxMNTW91bnRhaW4gVmlldzEUMBIGA1UEChMLUGF5UGFsIEluYy4xEzARBgNVBAsUCmxpdmVfY2VydHMxETAPBgNVBAMUCGxpdmVfYXBpMRwwGgYJKoZIhvcNAQkBFg1yZUBwYXlwYWwuY29tggEAMAwGA1UdEwQFMAMBAf8wDQYJKoZIhvcNAQEFBQADgYEAgV86VpqAWuXvX6Oro4qJ1tYVIT5DgWpE692Ag422H7yRIr/9j/iKG4Thia/Oflx4TdL+IFJBAyPK9v6zZNZtBgPBynXb048hsP16l2vi0k5Q2JKiPDsEfBhGI+HnxLXEaUWAcVfCsQFvd2A1sxRr67ip5y2wwBelUecP3AjJ+YcxggGaMIIBlgIBATCBlDCBjjELMAkGA1UEBhMCVVMxCzAJBgNVBAgTAkNBMRYwFAYDVQQHEw1Nb3VudGFpbiBWaWV3MRQwEgYDVQQKEwtQYXlQYWwgSW5jLjETMBEGA1UECxQKbGl2ZV9jZXJ0czERMA8GA1UEAxQIbGl2ZV9hcGkxHDAaBgkqhkiG9w0BCQEWDXJlQHBheXBhbC5jb20CAQAwCQYFKw4DAhoFAKBdMBgGCSqGSIb3DQEJAzELBgkqhkiG9w0BBwEwHAYJKoZIhvcNAQkFMQ8XDTA5MDkxMDE2MTkzNFowIwYJKoZIhvcNAQkEMRYEFMSix3yfKqi6/Fl2LrrnmEgTmq/8MA0GCSqGSIb3DQEBAQUABIGAvlp8z19zV4Nvoz6J90Gcbx76D8vlH4axOewZcETtGfQllTBHzEqDPBE39tQ0FsvsrvpmKw/+kUvcr7th64yRSwtFlziT0xzR3IyyFju3e7yJyou3g+OCXtVQ4xGJohZXDVjruMJiFL+8oYsH+9OwEQtDaf6MHiNCR8PKuNt8QYE=-----END PKCS7----- " />
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<p>t+</p>
<p>PS: Espero que funcione corretamente para todos, mas recomendo fazer backup dos dados antes da sincronização, já que o plugin não foi testado em muitos casos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://icorebr.com/2009/09/10/plugin-para-isync-para-o-nokia-5000/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>iTunes + CoverSutra: Script de Lançamento Automático</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/09/08/itunes-coversutra-script-de-lancamento-automatico/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 17:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[applescript]]></category>
		<category><![CDATA[coversutra]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>

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		<description><![CDATA[CoverSutra é uma aplicação para os fãs de música que gostam de informações visuais sobre o que está tocando. E vai mais longe, incrementa o iTunes com controles avançados e universais para acesso rápido. Esse post não é para falar do CoverSutra em si (no site deles dá para ver bastante coisa) mas sim na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2564/3901051158_99fc7aedb2_o.png" alt="" width="82" height="82" />CoverSutra é uma aplicação para os fãs de música que gostam de informações visuais sobre o que está tocando. E vai mais longe, incrementa o iTunes com controles avançados e universais para acesso rápido. Esse post não é para falar do CoverSutra em si (no <a href="http://www.sophiestication.com/coversutra/" target="_blank">site</a> deles dá para ver bastante coisa) mas sim na sua integração com o iTunes.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2587/3901050694_42518cb61c.jpg" alt="A capa do disco pode aparecer no desktop" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">A capa do disco pode aparecer no desktop</p></div>
<p>Quem já usou o programa, provavelmente percebeu que ele possui uma opção de iniciar automaticamente no login do sistema, e também possui a opção de iniciar o iTunes quando ele for aberto. Porém, sou adepto que alguns costumes os programas precisam aprender com o usuário, e não o usuário se adaptar às limitações do programa. Eu não queria deixá-lo aberto consumindo memória mesmo quando o iTunes não estivesse aberto, e também não queria precisar abrir o CoverSutra para iniciar o iTunes junto. A solução parecia simples, o iTunes deveria iniciar o CoverSutra. Porém como o iTunes não sabe quais plugins estão instalados, não existe essa opção nas suas preferências.</p>
<p>A solução final foi então escrever um Applescript que fizesse o trabalho. Segue abaixo o código fonte:</p>
<blockquote><p><strong>global</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span><br />
<strong>set</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>to</strong> <span style="color: #800080;">false</span></p>
<p><strong>on</strong> <strong><span style="color: #0000ff;">idle</span></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>if</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;iTunes&#8221; <strong>is</strong> <span style="color: #666699;">running</span> <strong>then</strong><br />
<strong>tell</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;CoverSutra&#8221; <strong>to</strong> <span style="color: #0000ff;"><strong>launch</strong></span><br />
<strong>set</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>to</strong> <span style="color: #800080;">true</span><br />
<strong>end if</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>if</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>is</strong> <span style="color: #800080;">true</span> <strong>then</strong><br />
<strong>if</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;iTunes&#8221; <strong>is not</strong> <span style="color: #666699;">running</span> <strong>then</strong><br />
<strong>tell</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;CoverSutra&#8221; <strong>to</strong> <strong><span style="color: #0000ff;">quit</span></strong><br />
<strong>end if<br />
end if<br />
</strong></p>
<p><strong>end</strong> <span style="color: #0000ff;"><strong>idle</strong></span></p></blockquote>
<p>Em seguida é necessário salvar o script como uma Aplicação (no menu Salvar Como&#8230;) e habilitar a opção &#8220;Stay Open&#8221; devido ao bloco &#8220;on idle&#8221;. Dessa forma quando o script rodar, ele vai esperar o sistema ficar razoavelmente livre para chamar o trecho de código.</p>
<p>Em seguida, basta deixar o script rodando sempre que o sistema operacional iniciar. Para isso vá em System Preferences &gt; Accounts e escolha a sua conta e depois em Login Items adicione a seu script salvo em forma de aplicação.</p>
<p>Pronto, ao reinciar o sistema, o script vai rodar automaticamente e caso o iTunes esteja rodando, ele vai iniciar o CoverSutra em alguns segundos. A vantagem em relação a deixar o CoverSutra sempre aberto é o desempenho, que embora não seja grande, somando vários aplicativos, faz a diferença. Enquanto o CoverSutra em standby usa 40MB de memória, o script funciona com apenas 5MB.</p>
<p>É isso!</p>
<p>PS: Criando uma aplicação desse jeito, ela é automaticamente adicionada no Dock quando iniciada. Para evitar que isso aconteça e ela rode sempre em background basta clicar com o botão direito na aplicação &gt; Show Package Contents &gt; Contents e editar o Info.plist acrescentando a seguinte linha de código:</p>
<p>&lt;key&gt;NSUIElement&lt;/key&gt;<br />
&lt;string&gt;1&lt;/string&gt;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Dica] Drag and Drop Extreme</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/08/07/dica-drag-and-drop-extreme/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dock]]></category>
		<category><![CDATA[finder]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[safari]]></category>
		<category><![CDATA[switcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Conta a história, que houve um tempo em que o Mac OS X nem possuía uma janela de terminal, para comandos de texto. Isso era devido ao apelo da interface gráfica, que fazia a propaganda de ser intuitiva e totalmente acessível através do mouse. Hoje em dia, o Mac OS X Leopard ainda traz consigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3432/3799136069_1594b4683a_o.png" alt="" width="173" height="100" />Conta a história, que houve um tempo em que o Mac OS X nem possuía uma janela de terminal, para comandos de texto. Isso era devido ao apelo da interface gráfica, que fazia a propaganda de ser intuitiva e totalmente acessível através do mouse. Hoje em dia, o Mac OS X Leopard ainda traz consigo esse legado, mesmo que suas suas origens Unix tem vindo à tona, com comandos de texto avançados. Vou explicar aqui algumas funcionalidades existentes no sistema operacional da Apple através do recurso arrastar-e-soltar.</p>
<p><strong>Spring-loaded</strong></p>
<p>Esse é um recurso que permite o usuário navegar em várias pastas do sistema apenas segurando o mouse sobre elas. Experimente arrastar um arquivo para um dos seus drives no Desktop, uma janela do Finder abre e você pode navegar em qualquer pasta dessa forma. Para ajustar o tempo de espera com o mouse sobre a pasta vá em Finder » Preferences. Ou se estiver com pressa, aperte a barra de espaços e a pasta abrirá imediatamente.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3440/3799955296_6875d74b77.jpg" alt="Para mover um arquivo basta arrastar entre as pastas" width="500" height="291" /><p class="wp-caption-text">Para mover um arquivo basta arrastar entre as pastas</p></div>
<p><strong>Gerenciando arquivos</strong></p>
<ul>
<li>Command+Arrastar entre volumes = mover o arquivo (por padrão o SO copia arquivos entre volumes diferentes).</li>
<li>Option+Arrastar no mesmo volume = copiar o arquivo (por padrão o SO move arquivos no mesmo volume).</li>
<li>Command+Option+Arrastar = criar uma atalho para o arquivo ou pasta.</li>
<li>Arrastar+Esc = cancelar tudo e voltar para onde estava.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3515/3799136485_1ea59d75dc.jpg" alt="Command+Clique na barra de títulos" width="500" height="291" /><p class="wp-caption-text">Command+Clique na barra de títulos</p></div>
<p>Esse agora é um recurso bem escondido: experimente abrir um arquivo qualquer (um texto no TextEdit, por exemplo). Depois de editar o arquivo, imagine que você quer copiá-lo para seu pendrive, para levar para o trabalho. Em vez de ir no Finder à procura do arquivo original, basta clicar no ícone na barra de título e Command+Arrastar para seu pendrive. <em>Voilá</em>. Ah, se você der um Command+Clique nesse ícone ele vai mostrar a árvore de diretórios onde o arquivo se encontra.</p>
<p><strong>Dock</strong></p>
<p>O Dock é mais do que um monte de ícones em uma prateleira para lançar aplicativos:</p>
<ul>
<li>Você já deve saber que arrastar um arquivo para uma aplicação abre aquele arquivo. E quanto a pedaços de informação? Por exemplo, arraste um texto de uma página para o TextEdit para abrir um novo documento com aquele texto.</li>
<li>As aplicações também funcionam de forma spring-loaded. Arraste algo para uma aplicação no Dock e aperte a barra de espaços para abrir a aplicação sem perder o arquivo no mouse, ou simplesmente trazer a aplicação para frente da tela, se ela já estiver aberta.</li>
<li>Use Command+Option+Arrastar para forçar uma aplicação a abrir o arquivo, mesmo que não esteja na lista de extensões.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3515/3799955438_98e99a9227.jpg" alt="Aperte espaço ao arrastar um arquivo para o Dock" width="500" height="187" /><p class="wp-caption-text">Aperte espaço ao arrastar um arquivo para o Dock</p></div>
<p><strong>Aventurando-se no Safari</strong></p>
<ul>
<li>Selecione um texto, clique e segure um pouco e arraste para o Desktop ou outra pasta para criar um arquivo com aquele nome. Essa técnica funciona com imagens também.</li>
<li>Se você estiver em uma página com um botão &#8220;Selecione o arquivo&#8221;, em vez de clicar nele para abrir uma janela e vasculhar o arquivo no HD, arraste o arquivo para o botão no Safari para carregá-lo. Esse recurso não funciona com botões em Flash.</li>
<li>Arraste um link da barra de endereços para a barra de favoritos para guardar o link, ou arraste um link para a barra de abas para abrir uma nova aba.</li>
<li>Arraste um link para a janela de downloads para baixar o arquivo em vez de abrir no browser (ex: pdf ou mp3).</li>
<li>Lembra no Command+Click na barra de títulos do arquivo? Use isso no link na barra de títulos do Safari para ver o histórico de navegação até a página atual.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2466/3799976652_740833906d.jpg" alt="Arraste imagens ou texto do Safari para uma pasta" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Arraste imagens ou texto do Safari para uma pasta</p></div>
<p><strong>Continue a arrastar</strong></p>
<ul>
<li>Arraste um frame de um vídeo do Quicktime para criar um snippet para aquele frame. Infelizmente isso não é um JPG ou PNG, então você precisa pós-processar depois para criar uma imagem.</li>
<li>Command+Arrastar ícones da barra de tarefas para reordená-los.</li>
<li>Command+Arrastar ícones para fora da barra de tarefas para excluí-los.</li>
<li>Digamos que você quer arrastar um texto ou arquivo de uma janela que está atrás de outra. Simplesmente mova a janela da frente um pouquinho para o lado e arraste rapidamente o arquivo da janela de trás, sem deixá-la no foco.</li>
<li>Crie um atalho para sua impressora a partir do System Preferences. Depois basta arrastar uma arquivo para o atalho para imprimir rapidamente usando as configurações padrões.</li>
</ul>
<p>t+</p>
<p>via [<a href="http://smokingapples.com/basics/macs-beginners-drag-drop-extreme-screencast/" target="_blank">SmokingApples</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A história não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/07/14/a-historia-nao-contada-como-o-iphone-revolucionou-a-industria-de-telefonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[at&t]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[
A demonstração não estava indo bem.
Novamente.
A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2673/3721201358_0e07b004a6_o.jpg" alt="" width="243" height="260" /></p>
<p>A demonstração não estava indo bem.</p>
<p>Novamente.</p>
<p>A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram apenas defeitos, simplesmente não funcionava. As ligações caíam com frequência, a bateria parava de carregar antes de ficar cheia, dados e aplicações se corrompiam e ficavam inutilizados. A lista de problemas parecia interminável. Ao final da demonstração, Jobs olhou para as doze pessoas na sala com um olhar penetrante e disse, &#8220;Nós não temos um produto ainda.&#8221;</p>
<p>O efeito era ainda pior do que uma das petulâncias de design de Steve Jobs. Quando o chefe da Apple gritava com a sua equipe, era assustador mas familiar. Dessa vez, a sua relativa calma era de tirar os nervos. &#8220;Foi uma das poucas vezes na Apple quando eu tive calafrios,&#8221; disse alguém que participou da reunião.</p>
<p>As consequências eram graves. O iPhone deveria ser a peça central da convenção anual da Apple, a Macworld, agendada para acontecer em poucos meses. Desde o seu retorno à Apple em 1997, Jobs usou o evento como showcase para lançar seus maiores produtos, e os admiradores estavam esperando por outro anúncio dramático. Jobs já havia admitido que o Leopard &#8211; a nova versão do sistema operacional da Apple &#8211; teve atrasos. Se o iPhone não estivesse pronto a tempo, a Macworld seria um fiasco, as críticas caíram sobre Jobs, e as ações da Apple poderiam sofrer.</p>
<p><span id="more-37"></span><strong>E o que a AT&amp;T iria pensar?</strong> Depois de um ano e meio de reuniões secretas, Jobs tinha conseguido finalmente negociar termos com a divisão wireless da gigante da telefonia (na época Cingular) para que ela fosse a operadora do iPhone. Em troca de cinco anos de exclusividade, 10% brutos das vendas de iPhones em lojas AT&amp;T, e uma pequena parcela na receita da loja iTunes, a AT&amp;T deu a Jobs poderes sem precedentes. Ele persuadiu a AT&amp;T em gastar milhões de dólares e milhares de horas de trabalho para criar um novo recurso, chamado de caixa de mensagens visual (visual voicemail), e reinventar o processo de ativação de celulares nas lojas que consumia tempo. Ele também conquistou um acordo único de porcentagem nas receitas, ganhando de maneira grosseira $10 por mês para cada conta de iPhone na AT&amp;T. Além disso tudo, a Apple mantinha o controle completo sobre o design, fabricação e marketing do iPhone. Jobs tinha conseguido o impensável: espremeu um acordo favorável de um dos maiores jogadores da competitiva indústria de telefonia móvel. Agora, o mínimo que ele poderia fazer era manter os prazos de entrega.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 386px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2666/3721201574_2796f3c885.jpg" alt="Steve Jobs anuncia o iPhone" width="376" height="333" /><p class="wp-caption-text">Steve Jobs anuncia o iPhone</p></div>
<p>Para aqueles trabalhando no iPhone, os próximos três meses seriam os mais estressantes das suas carreiras. Discussões aconteciam rotineiramente nos corredores. Engenheiros, atrasados nas longas noites de programação, saíam, e só retornavam dias depois, após recuperar as horas de sono. Uma gerente de produtos bateu a porta do seu escritório tão forte que a maçaneta empenou e a trancou dentro. Foi necessário mais de uma hora de seus colegas e algumas pancadas com um taco de alumínio para libertá-la.</p>
<p>Mas ao final da maratona, poucas semanas antes da Macworld, Jobs tinha um protótipo em mãos para mostrar aos chefes da AT&amp;T. No meio de dezembro de 2006, ele encontrou-se com o chefe Stan Sigman em uma suíte de hotel em Las Vegas. Ele mostrou o iPhone e sua tela brilhante, seu browser poderoso e sua interface intuitiva. Sigman, um reservado texano deixou de lado suas tradições conservadoras de engenharia que permeavam as grandes companhias de telefonia dos Estados Unidos e disse do iPhone, &#8220;o melhor dispositivo que eu já vi.&#8221;</p>
<p>Seis meses depois, em 29 de Junho de 2007, começaram as vendas do iPhone. Na época, analistas estimaram que os consumidores devorariam 3 milhões de unidades até o fim de 2007, fazendo do iPhone o smartphone mais rapidamente vendido em todos os tempos. Ele é também sem dúvidas o aparelho mais lucrativo da Apple. A companhia arrecadava aproximadamente $80 dólares para cada iPhone de $399 vendido, e sem contar os $240 para cada contrato de 2 anos assinado na AT&amp;T. Nesse tempo, quase 40% dos compradores de iPhone eram novos consumidores da AT&amp;T, e o iPhone triplicou o volume de tráfego de dados da operadora em cidades como Nova Iorque e São Francisco.</p>
<p>Leia mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Dica] Recomendação de Jogo: Braid</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/07/02/dica-recomendacao-de-jogo-braid/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 01:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>
		<category><![CDATA[2d]]></category>
		<category><![CDATA[braid]]></category>
		<category><![CDATA[jogo]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem basicamente dois universos de jogos: os blockbusters, que recebem toda a atenção da mídia, são disputados com vigor pelos maiores fabricantes de consoles e vendem milhões de cópias; e os jogos que transitam pelo submundo, divulgados a partir de boca-a-boca, e geralmente criados por um pequeno grupo de desenvolvedores inovadores, ou até um desenvolvedor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem basicamente dois universos de jogos: os blockbusters, que recebem toda a atenção da mídia, são disputados com vigor pelos maiores fabricantes de consoles e vendem milhões de cópias; e os jogos que transitam pelo submundo, divulgados a partir de boca-a-boca, e geralmente criados por um pequeno grupo de desenvolvedores inovadores, ou até um desenvolvedor individual.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://farm4.static.flickr.com/3573/3682614167_ff4da4cb05_m.jpg" alt="" width="240" height="135" /><a href="http://braid-game.com/" target="_blank">Braid</a> é um jogo que se encaixa na segunda categoria, e pode facilmente passar desapercebido, caso você não dê muita atenção a ele. Porém, pode se surpreender com a genialidade do produto se disponibilizar poucos minutos para conhecê-lo.</p>
<p>Braid é um jogo multiplataforma, disponível na Xbox Live Arcade por 1200 MS points (o equivalente a $15), e também disponível para PC e Mac (links no final do post). Em tempos de jogos 3D, com visuais fotorrealistas e tudo que a placa de vídeo consegue processar, o visual plataforma 2D de Braid se apresenta como uma agradável nostalgia a muitos. Olhando com mais calma, é possível ver que o visual é bastante trabalhado, criando uma atmosfera de sonho e fantasia.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2534/3683416156_2fb3d9affb.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p>Mas o que torna Braid um jogo impressionante (e viciante) não é o visual, e sim a jogabilidade e o level-design. O jogo é fundamentado em manipulação espaço-temporal. Hehehe parece complicado entender assim, mas como a premissa no próprio jogo explica: &#8220;Imagine se os erros que você cometeu pudessem ser corrigidos. Imagine se você pudesse voltar atrás e fazer diferente&#8221;. Dessa forma, ao percorrer os estágios do jogo, o jogador aprende e voltar no tempo, se fez um salto errado, caiu em espinhos ou morreu&#8230; e continuar o jogo exatamente onde parou. A partir daí, surgem muitas variações de manipulação de tempo, como elementos no cenário que não são afetados por esse efeito.</p>
<p>Muitas vezes me peguei olhando vários minutos para a tela do computador, observando o fluxo dos acontecimentos e tentando descobrir o que alterar naquele fluxo para conseguir alcançar a chave da saída. Ou seja, é um jogo de plataforma, onde a sua habilidade de saltar e matar inimigos não importa tanto quanto a sua capacidade em decifrar um enigma (no espaço-tempo).</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2485/3683423136_13dc4e611e.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p>Deixo aqui esta dica de jogo, para aqueles que queiram se aventurar em um estilo de jogo que escapa dos conceitos pré-definidos dos jogos em massa.</p>
<p>Uma sugestão: tentem prestar atenção no texto da estória, que completa o clima surreal do jogo. Depois escrevam nos comentários qual a opnião sobre o que significa a estória de Braid.</p>
<p>t+</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="230" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4083982&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="230" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=4083982&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>[<a href="http://braid-game.com/" target="_blank">Braid</a>] [<a href="http://www.mininova.org/get/2494264" target="_blank">torrent para PC</a>] [<a href="http://www.mininova.org/get/2501712" target="_blank">torrent para Mac</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>[Review] Boxee: Um Media Player Promissor</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/06/29/review-boxee-um-media-player-promissor/</link>
		<comments>http://icorebr.com/2009/06/29/review-boxee-um-media-player-promissor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 01:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[boxee]]></category>
		<category><![CDATA[hdtv]]></category>
		<category><![CDATA[video]]></category>
		<category><![CDATA[xbmc]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguma vez você já assistiu a um filme ou viu fotos no computador (nesse caso, provavelmente um notebook), ligado diretamente na sua TV? Se sua resposta foi positiva, parabéns, você já é um usuário integrado na convergência digital! Hoje em dia, nos tempos de arquivos em torrent popularizados, é muito provável que você possua uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="gambiarra!" src="http://farm4.static.flickr.com/3599/3673133095_f88a06eb13_m.jpg" alt="" width="240" height="180" />Alguma vez você já assistiu a um filme ou viu fotos no computador (nesse caso, provavelmente um notebook), ligado diretamente na sua TV? Se sua resposta foi positiva, parabéns, você já é um usuário integrado na convergência digital! Hoje em dia, nos tempos de arquivos em torrent popularizados, é muito provável que você possua uma minibiblioteca de vídeos no seu HD, e assista muitos filmes na própria tela do computador. Porém, por melhor que seja a sua escrivaninha onde o computador fica, o que todo mundo gosta é assistir um filme no sofá e na telona com som ambiente.</p>
<p>Por isso, ainda são muito usados hoje os DVD-players que suportam DivX e XviD. É muito prático gravar alguns filmes em um DVD e em alguns minutos, está pronto para ser assistido na TV. Mas, com o avanço das HDTVs e o Blu-ray chegando por aqui, surge uma nova demanda: filmes em alta definição. Nessas horas, o vídeo em XviD já não dá mais conta e uma nova solução é necessária.</p>
<p>Há algum tempo que venho buscando soluções nessa área, e covenhamos, puxar um cabo de vídeo do notebook para a TV todas as vezes não é legal. O ideal é ter um computador pequeno ao lado da TV, capaz de rodar vídeos HD e conexão com a rede, para acessar os arquivos. Considerando que esta máquina exista, você vai precisar de algum programa que gerencie estes vídeos. Foi então que me deparei com o Boxee.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2459/3673179805_45a5a4e932_o.png" alt="" width="108" height="105" /><a href="http://www.boxee.tv/" target="_blank">Boxee </a>é uma aplicação multiplataforma (Windows, Mac e Linux) construída em cima do <a href="http://xbmc.org/" target="_blank">XBMC Media Center</a>, e possui o grande diferencial de ter uma interface simples, considerando que o usuário talvez não possua a precisão de um mouse e teclado para acessar os menus. O intuito principal da aplicação é justamente gerenciar pastas de conteúdos que possam ser tocados, como filmes, fotos, músicas, etc. e organizá-los. Vou pontuar os principais recursos do Boxee, explicando o que ele faz certo, e o que ele tenta fazer mas ainda não acertou.<span id="more-28"></span></p>
<p><strong>Vídeos</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3401/3673933756_45f677e37a.jpg" alt="Informações sobre o filme" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Informações sobre o filme</p></div>
<p>Talvez seu ponto mais forte, compreensívelmente. O Boxee já suporta nativamente vários codecs de vídeo e áudio. Praticamente tudo o que existe hoje em dia, até .mkv HD com várias faixas de áudio e legendas. A partir do arquivo no seu HD, ele procura na internet informações sobre o filme, como sinopse, e o cartaz do cinema. Além disso, não é necessário sair caçando legendas sincronizadas especialmente para a sua versão. O Boxee procura na internet (<a href="http://www.opensubtitles.org/" target="_blank">Opensubtitles.org</a>) por legendas no seu idioma e já sincronizadas, baixa e visualiza enquanto seu filme está rolando.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3567/3673935078_260ab2e47f.jpg" alt="Menu de legendas" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Menu de legendas</p></div>
<p>Para os ajustes finos, a tela de configurações possui recursos avançados, como calibração e filtros de vídeo, ajustes de atraso para o áudio e para a legenda, etc.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2601/3673127079_857804c8f1.jpg" alt="Ajustes de Áudio" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Ajustes de Áudio</p></div>
<p><strong>Músicas</strong></p>
<p>O Boxee faz a indexação do seu catálogo de músicas e exibe uma tabela ordenada por álbuns ou artistas. Se seu MP3 já possuir uma imagem de capa, ele exibe. Senão, o Boxee também busca na internet por uma capa. Porém, ele não se limita a tocar a música que você tem no computador. Ele dá a opção de procurar Music Vídeo na MTV do artista que você está escutando. A qualidade do vídeo, entretanto, não é muito boa (não sei se culpa da MTV ou do Boxee).</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3638/3673129117_3109415868.jpg" alt="Menu de Álbum" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Menu de Álbum</p></div>
<p>Por fim, ao escutar uma música, ele também oferece a possibilidade de mostrar a letra da música (<a href="http://lyricwiki.org" target="_blank">lyricwiki.org</a>). Ele achou músicas em inglês, português, japonês&#8230;</p>
<p><strong>Fotos</strong></p>
<p>Aqui não tem muito o que falar. O Boxee é capaz de mostrar as suas fotos sem mistérios, com direito a transições suaves.</p>
<p><strong>Aplicações</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3645/3673130803_9ac773ca9e.jpg" alt="Aplicações de Vídeo" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Aplicações de Vídeo</p></div>
<p>Por ser Opensource, o Boxee possui a versatilidade de ser integrado com várias APIs disponíveis pela internet, aumentando ainda mais o seu leque de aplicações. Ele possui integração com o Netflix, com podcasts de internet TV como o Revision3, sites de fotos como o Flickr.</p>
<p><strong>Rede Social</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3566/3673976672_4de9e3828b.jpg" alt="Controles de Filme" width="500" height="138" /><p class="wp-caption-text">Controles de Filme</p></div>
<p>Já que para vários recursos o Boxee necessita de internet, os desenvolvedores também optaram por criar uma rede social para os usuários do player. Dessa forma, é possível ver o que seus amigos andaram assistindo, na forma de recomendações e também indicar se você recomenda um filme que você assistiu.</p>
<p><strong>Interação</strong></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2564/3673168795_c4ef0e8b4e_m.jpg" alt="Boxee Remote" width="160" height="240" /><p class="wp-caption-text">Boxee Remote</p></div>
<p>Como dito anteriormente, o Boxee foi desenvolvido para suportar comandos simples. Por isso, é possível listar os possíveis comandos para acessar qualquer parte do programa: cima, baixo, esquerda, direita, enter e voltar. Bastam esses seis comandos. Porém, se o você tiver um mouse em mãos, vai poder usá-lo normalmente, assim como um teclado.</p>
<p>O Boxee suporta dispositivos alternativos como entrada, como por exemplo o iPhone ou iPod touch, através de uma aplicação grátis (<a href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewSoftware?id=305171838" target="_blank">Boxee Remote</a>), e controles remotos infra-vermelhos para notebooks.</p>
<p><strong>Nem tudo são flores</strong></p>
<p>Não seria justo dizer todas essas coisas boas sobre o Boxee e não falar dos problemas. É importante ressaltar, o Boxee está na versão alpha, e por isso existem muitos bugs e imperfeições que esperamos que sejam corrigidas nas versões futuras.</p>
<p>O acesso do Boxee com a internet, por exemplo, é feito de forma muito ineficiente. Toda a interface fica inacessível quando o programa está baixando uma foto do Flickr, fazendo streaming de um vídeo, entre outras coisas. Os vídeos de podcasts, mesmo não sendo baixados em HD, demoram uma enternidade para começar a tocar. O tempo de travamento pode variar entre alguns segundos e algumas horas. Os usuários do Boxee para Windows são os que estão sofrendo mais com os bugs do programa. Não é incomum ele travar, ficar excessivamente lento, ou até fechar de repente.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Mesmo estando em versão inicial, e com tantos bugs, o Boxee é um programa que promete bastante. Se você assiste filmes com frequência, usa o Windows Media Center ou o Front Row, vale a pena conferir o que o Boxee tem a oferecer. Claro, pode ser que ele ainda não esteja estável o suficiente para substituir programas consolidados, mas talvez em pouco tempo seja uma ótima solução alternativa.</p>
<p>t+</p>
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		<title>10 Coisas que Mac Switchers precisam saber</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/06/27/10-coisas-que-mac-switchers-precisam-saber/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 20:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[switcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada: “switcher” é aquele que troca de Sistema Operacional (ou de facção, dependendo de como você enxergue a coisa). Ou seja, Windows para Linux, Windows para Mac OS X, Linux para Mac OS X, etc.
Dito isto, acontece com freqüência que alguns switchers simplesmente não conseguem se adaptar às diferenças práticas existentes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="switcher" src="http://farm2.static.flickr.com/1241/1376052684_bcdd79dcb2_o.png" alt="" width="128" height="128" />Antes de mais nada: “switcher” é aquele que troca de Sistema Operacional (ou de facção, dependendo de como você enxergue a coisa). Ou seja, Windows para Linux, Windows para Mac OS X, Linux para Mac OS X, etc.</p>
<p>Dito isto, acontece com freqüência que alguns switchers simplesmente não conseguem se adaptar às diferenças práticas existentes em cada SO, e acabam retornando ao seu sistema-materno. O intuito deste artigo é explicar algumas diferenças ideológicas e práticas entre o Windows e o Mac OS X, de forma a ajudar quem esteja migrando para este SO.</p>
<p><strong>1. Botão Vermelho não é Fechar Aplicação</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 275px"><img title="botao vermelho" src="http://farm2.static.flickr.com/1157/1375150675_91fae674ae_o.png" alt="Botão vermelho para fechar janela" width="265" height="55" /><p class="wp-caption-text">Botão vermelho para fechar janela</p></div>
<p>O botão vermelho (que possui um “X” quando o mouse está sobre ele) não funciona da mesma forma que o “X” do Windows — que por sinal estão em lados opostos da janela. Enquanto no Windows clicar no “X” fecha a aplicação, no Mac OS X, o botão vermelho fecha apenas a janela (exceto algumas poucas exceções).<span id="more-23"></span>Por exemplo, se você clicar no botão vermelho da janela do Safari, Firefox ou Finder, mesmo que você feche todas as janelas, aquela aplicação continuará sendo executada, ocupando espaço na memória. É possível verificar isso olhando para o Dock, no parte inferior da tela: as aplicações sendo executadas possuem uma luz azulada abaixo delas.</p>
<p><img class="aligncenter" title="quit" src="http://farm4.static.flickr.com/3595/3665447765_d6c1f2d035_o.png" alt="" width="351" height="347" /></p>
<p>A solução para esse caso, é se acostumar a usar o atalho ⌘Q, que encerra a aplicação inteira.</p>
<p><strong>2. Botão Verde não é Maximizar Janela</strong></p>
<p>Outra diferença que confunde os switchers: ao ver um botão verde com um “+” escrito, é comum pensar que vai servir para fazer a janela crescer ocupando a tela inteira. No Mac OS X, esta tecla (chamada de Zoom) funciona de outra forma. Ela varia de aplicação para aplicação, mas em geral ela é um maximizar “inteligente”, que em vez de ocupar toda a tela, vai ocupar somente o espaço que você vai realmente usar.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="verde" src="http://farm4.static.flickr.com/3608/3665447755_db11a47d4a.jpg" alt="Antes" width="500" height="315" /><p class="wp-caption-text">Antes</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="depois" src="http://farm4.static.flickr.com/3386/3665447763_8b445dc636.jpg" alt="Depois" width="500" height="282" /><p class="wp-caption-text">Depois</p></div>
<p>Por exemplo, ao clicar no Zoom em uma janela do Finder, esta janela vai ficar do tamanho exato para mostrar todos os ícones presentes na pasta. Nem mais, nem menos (a não ser que existam tantos que não caibam na tela). No iTunes, ela vai alternar a janela para o mini-player ou a janela grande da aplicação. Já no iCal, ela vai funcionar como no Windows, ocupando a tela inteira.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img title="itunes" src="http://farm2.static.flickr.com/1219/1376063066_e83b92b5ec_o.png" alt="iTunes Mini-Player" width="450" height="65" /><p class="wp-caption-text">iTunes Mini-Player</p></div>
<p>O interessante é brincar com essa ferramenta para ver como ela se comporta. Em geral, as telas dos Macs são grandes, então às vezes não existe necessidade para ocupar toda a tela com uma aplicação, deixando um espaço para brincar com outras. Entretanto, também seria bom deixar essa escolha para o usuário, talvez com uma opção no System Preferences. Um sinal que você está realmente se acostumando é quando você vai usar o Windows e não maximiza todas as telas, deixando um espaço para brincar com o Desktop.</p>
<p><strong>3. Duplo-Clique na Barra da Janela não é maximizar</strong></p>
<p><img class="aligncenter" title="minimizar" src="http://farm3.static.flickr.com/2550/3665447761_a6d2b7d5a3.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p>Seguindo o item acima, no Windows, clicar duas vezes na barra da janela faz a mesma maximizar. Como já foi explicado, o Mac OS X não é muito fã dessa função. Portanto, clicar duas vezes na barra da janela fará esta janela ser minimizada para o Dock — com direito a uma animação legal (segure shift ao clicar para ver o que acontece).</p>
<p><strong>4. CTRL e COMMAND</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="command" src="http://farm2.static.flickr.com/1223/1375144893_1643fcb385_o.png" alt="Command VS Control" width="500" height="124" /><p class="wp-caption-text">Command VS Control</p></div>
<p>No Windows, a tecla padrão para atalhos é o ctrl (ctrl+c, ctrl+v, ctrt+z). No Mac OS X, essa tecla é o command, que dependendo do teclado pode vir com o nome “command”, o símbolo ⌘, a maçã da Apple, ou uma combinação destes 3 elementos. A tecla ctrl é pouquíssimo usada no Mac OS X, funcionando mais como uma opção para combos, depois de usar o alt e o shift, que são mais comuns.</p>
<p><strong>5. Redimensionando Janelas</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 204px"><img title="resize" src="http://farm2.static.flickr.com/1420/1376063526_9a7110191c_o.png" alt="Redimensionar no canto inferior direito" width="194" height="107" /><p class="wp-caption-text">Redimensionar no canto inferior direito</p></div>
<p>No Windows, as janelas podem ser redimensionadas arrastando qualquer borda ou canto. No Mac OS X, as janelas geralmente não possuem bordas. Para redimensionar uma janela só existe um lugar, o canto inferior direito. No início é bastante difícil ter que se limitar àquele canto específico para redimensionar uma janela, especialmente quando ele pode ser ocludido por alguma outra janela ou sair da tela.</p>
<p><strong>6. ⌘Tab é Application-based</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img title="tab" src="http://farm2.static.flickr.com/1354/1375152981_f74caeaf1b_o.png" alt="Command-Tab" width="455" height="119" /><p class="wp-caption-text">Command-Tab</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="alt" src="http://farm2.static.flickr.com/1224/1376055746_556fc7dbee_o.png" alt="Alt-Tab" width="330" height="119" /><p class="wp-caption-text">Alt-Tab</p></div>
<p>O que significa isso? Significa que se você está com duas janelas do Firefox abertas, e mais duas janelas do Finder abertas, ao apertar ⌘Tab, só vão aparecer na tela um Firefox e um Finder, e não dois de cada, como acontece no alt+Tab do Windows. Para acessar as janelas específicas de cada aplicação, se usa a combinação ⌘Tab e em seguida ⌘` (que alterna entre janelas de uma mesma aplicação).</p>
<p><strong>7. Copiar ou Recortar?</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img class=" " title="copy" src="http://farm3.static.flickr.com/2442/3666247906_7a86b98f22_o.png" alt="Onde está o Recortar?" width="230" height="291" /><p class="wp-caption-text">Onde está o Recortar?</p></div>
<p>Um atalho inexistente no Mac OS X é o ctrl+x, ou recortar em arquivos, só funciona para textos. Se você abrir o menu em um arquivo só vai encontrar 2 opções: copiar ou colar. Isso se deve ao fato que no Mac OS X a tendência é que as coisas aconteçam visualmente. Então, para mover o arquivo de um lugar para outro, o jeito é arrastar o ícone dele para a pasta desejada. Isso pode confundir os switchers. A partir do Mac OS X Leopard, é possível acelerar o processo apertando a barra de espaços quando estiver arrastando um icone para outra pasta. Fazendo isso, as pastas abrem instantaneamente.</p>
<p><strong>8. Cadê a barra de tarefas e o menu iniciar?</strong></p>
<p>No Mac OS X, existe uma barra no topo da tela que parece ser a barra de tarefas do Windows, mas não é. Em vez de conter os programas abertos, ela contém o menu contextual do programa ativo. Exemplo, se você abrir o Finder, a barra vai conter os itens “Finder, File, Edit, View, Go, Window e Help”. Se você abrir o Firefox, ela vai mudar para “Firefox, File, Edit, View, History, Bookmarks, Tools, Window e Help”. Dessa forma, ao invés de cada aplicação ter uma barra de menu, é essa barra do Mac OS X que trata tudo isso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="barra" src="http://farm4.static.flickr.com/3340/3666247910_b62b0289ef.jpg" alt="" width="500" height="15" /></p>
<p><img class="aligncenter" title="barra2" src="http://farm3.static.flickr.com/2605/3666247916_597755a8c5.jpg" alt="" width="500" height="15" /></p>
<p>Já o Dock é uma mistura de Menu Iniciar com Barra de Tarefas. Ele contém as aplicações que você precisa iniciar com freqüência, e ao mesmo tempo, mostra as aplicações abertas (caso ela já não esteja no Dock, ela é adicionada no canto direito da barra). O Dock é bastante útil e rápido, mas seu uso pode ser aprimorado através do Quicksilver.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img title="dock" src="http://farm4.static.flickr.com/3366/3666247908_d6473772bd_o.png" alt="Dock" width="297" height="116" /><p class="wp-caption-text">Dock</p></div>
<p>A maçã azul no canto superior esquerdo da tela (que pode ser confundida com um menu iniciar) contém operações do Sistema como um todo, independende de aplicação, e atalhos para arquivos mais usados.</p>
<p><strong>9. Aplicação travou? Onde está o CTRL + ALT + DEL?</strong></p>
<p><img class="aligncenter" title="forcequit2" src="http://farm3.static.flickr.com/2440/3665447751_f6dcb6dc3a_o.png" alt="" width="300" height="335" /></p>
<p>Apesar dos teclados Apple possuírem estas 3 teclas, elas não funcionam como a famosa combinação do Windows. Entretanto, para forçar uma aplicação a ser fechada existem 3 maneiras diferentes: Se a aplicação estiver visível no Dock, clique com o botão direito e depois escolha a opção Force Quit. Essa função também está acessível no botão da maçã azul, no canto esquerdo da barra. E por fim, existe um atalho no teclado: ⌥⌘Esc ou Option-Command-Esc.</p>
<p><img class="aligncenter" title="forcequit" src="http://farm3.static.flickr.com/2588/3666247920_cc2b33521d_o.jpg" alt="" width="248" height="254" /></p>
<p><strong>10. Instalar e Desinstalar Programas</strong></p>
<p>Usuários de Windows estão acostumados com uma ferramenta chamada (Un)Installer Wizard, que automatiza o processo de (des)instalação de um programa no SO. Existe ainda uma outra opção no Painel de Controle, Adicionar/Remover Programas. No Mac OS X, as coisas — para variar — são um pouco diferentes. A primeira diferença está no arquivo de instalação. Em vez de um .exe, você vai encontrar sempre um .dmg, que é bem mais seguro. Ele vai montar um drive temporário no sistema, como se você tivesse inserido um CD ou um pendrive. Dentro desse drive, você encontra a aplicação. E agora para instalar? Fácil, arraste o ícone para a pasta Applications, e o programa será instalado. Alguns programas mais complexos como o Office for Mac e o Adobe CS3 usam o wizard para que o usuário escolha algumas opções antes da instalação. Outros programas já trazem o atalho de arrastar e soltar no próprio drive montado, como o exemplo abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 371px"><img class=" " title="adium" src="http://farm4.static.flickr.com/3069/3666247896_23493361c8_o.png" alt="Arraste para instalar" width="361" height="281" /><p class="wp-caption-text">Arraste para instalar</p></div>
<p>Para desinstalar? Tão fácil quanto instalar. Vá na pasta Applications, e arraste o ícone da aplicação para a lixeira. Existe um porém nessa prática. Assim como no Windows, algumas aplicações teimam em deixar lixo nas pastas do Sistema quando são desinstaladas. Para isso, existe uma aplicação chamada <a href="http://appzapper.com/" target="_blank">AppZapper</a>. Arrastando o ícone para essa aplicação em vez da lixeira, vai fazer o programa varrer o HD em busca de rastros e apagar tudo. E quem vai apagar o AppZapper??</p>
<p>É isso! Não foi o objetivo deste artigo dizer qual Sistema Operacional é melhor que outro (embora vocês imaginem o que eu acho). O grande intuito desse texto foi ajudar usuários que queiram se aventurar no mundo Mac, e muitas vezes encontram uma barreira chamada “costume”. Tudo parece mais fácil no Windows, porque crescemos usando o Windows, mas não tenham medo de tentar novos horizontes.</p>
<p>t+</p>
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		<title>2050: O ano em que o Google vai dominar o mundo.</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 17:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;
Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns minutos, ainda sentado na cama, se perguntou por que havia comprado aquele novo modelo que não possuía um botão para desligar o alarme – muito menos o clássico botão “soneca” –, mas, ao invés disso, conseguia detectar os batimentos cardíacos e o nível de atividade cerebral para saber se o usuário havia finalmente acordado ou tentava dormir mais alguns minutinhos. Por fim, ele se lembrou o motivo da persistência do aparelho: nos últimos três dias, Guilherme chegou atrasado no trabalho e então comprou um relógio que fosse capaz de ajudá-lo nesse sentido.</p>
<p>O céu já aparecia bastante iluminado na janela do quarto, embora o sol devesse ainda estar nascendo nos próximos minutos. A luz passava pelas janelas em quantidade suficiente para iluminar todo o ambiente. Todas as janelas do apartamento trabalhavam da mesma forma, filtrando a luz do exterior para aproveitar ao máximo nos ambientes internos. O quão iluminado ou nublado o céu realmente estava, Guilherme só poderia ver se abrisse as janelas ou quando saísse de casa, mais tarde.</p>
<p>Depois de algum tempo sentado na cama, reunindo forças para ir até o banheiro, finalmente levantou-se, fazendo o mínimo de barulho para não acordar seus dois amigos que dormiam no mesmo quarto. Depois de tomar uma boa ducha, encontrou outros dois colegas que comiam algo na cozinha, antes de sair para os seus respectivos trabalhos. Uma outra amiga entrou na cozinha logo depois.</p>
<p>Desde 2033, as vidas nos apartamentos estavam assim. O crescimento demográfico não diminuiu tanto quanto os estudiosos previam – ao menos nos países subdesenvolvidos. Por isso, algumas cidades em situação mais crítica precisaram adotar leis de convivência para conter o número sempre crescente de habitantes. <span id="more-15"></span>Dessa forma, as casas e apartamentos deveriam acomodar a maior quantidade possível de moradores, recebendo descontos de acordo com o número de pessoas. Em alguns casos, as pessoas conseguiam fazer até com que o governo pagasse por possuírem um número de moradores maior do que o esperado. De forma semelhante, os moradores solitários foram fortemente desencorajados a continuar com esse estilo de vida, com altas multas e taxas.</p>
<p>Obviamente, todos pagaram o preço da perda de sua privacidade, em diversos níveis. O conceito de casa própria foi esquecido pouco a pouco, sendo elevado ao status das mansões no começo do século. Viver em uma casa com muitas pessoas exigia um grande exercício de paciência. O alarme do relógio era silencioso justamente para evitar atritos desnecessários. Os poucos quartos em que somente duas pessoas dormiam eram aproveitados pelos casais. Entretanto isso não era muito comum, já que a maioria das pessoas casadas acabava tendo que morar separado, devido ao emprego. Esse era exatamente o caso de Guilherme, cuja mulher trabalhava na Alemanha. O mundo sem dúvida se tornou muito mais internacional.</p>
<p>Guilherme parou a conversa com os colegas na cozinha quando viu no visor do microondas o seu nome. Mal lembrava direito o que havia escolhido no dia anterior, e teve uma desagradável surpresa quando notou que havia pedido somente um copo de chocolate quente. Provavelmente havia feito isso em um momento quando estava completamente saciado, na frente do computador do trabalho.</p>
<p>As casas, apartamentos e escritórios – ambientes em geral – se transformaram em entidades quase inteligentes, formando uma espécie de comunidade. O escritório de Guilherme se comunica automaticamente com seu apartamento quando percebe que Guilherme está de saída, possibilitando assim que a casa se configure de acordo com o ambiente desejado – ou de acordo com o costume aprendido pelas atividades cotidianas. As casas e apartamentos se comunicam entre si, para diversos motivos. Em caso de incêndio ou arrombamento, as residências próximas recebem um sinal de alerta para aumentar o nível de segurança, além de avisar as autoridades competentes. Dependendo do nível de privacidade envolvido, é possível também saber se uma determinada pessoa chegou a casa, e enviar mensagens ou encomendas através da casa.</p>
<p>Depois de alguns minutos perdidos em companhia dos co-habitantes do apartamento, o relógio de pulso de Guilherme vibrou mais uma vez. Desta vez, não assiduamente em intervalos periódicos, mas com um único toque. Só foi necessária uma breve olhada na tela externa da geladeira para entender o significado daquele alerta: Faltavam apenas 10 minutos para o transporte coletivo em direção ao seu escritório.</p>
<p>Guilherme despediu-se dos colegas rapidamente e correu para o quarto para arrumar as últimas coisas. Pegou o cartão de identificação, a carteira e o computador portátil e enfiou tudo de qualquer forma na sua bolsa. Quando saía, lembrou do seu celular, e voltou para pegar seu fone de ouvido sem fio, que na falta de um espaço mais adequado, acabou sendo pendurado na orelha, pronto para uso.</p>
<p>Saiu do quarto com pressa e correu até o elevador. Toda a prudência com o barulho para os amigos que continuavam a dormir, foi abandonada. Ao entrar no elevador, o relógio vibrou mais uma vez, e uma voz feminina soou no fone de ouvido avisando que faltava somente um minuto para a passagem do transporte no ponto destinado.</p>
<p>Embora o elevador tentasse inutilmente chamar a atenção do passageiro solitário com sinais de luzes e bips, Guilherme não percebeu a vontade comunicativa do elevador e saiu sem dar atenção, embora fosse pouco provável que alguém não tivesse notado o show de luzes que o elevador passou a fazer quando se aproximou do térreo.</p>
<p>O hall de entrada do prédio pareceu mais longo do que o normal, quando Guilherme percorreu sua extensão sem dar muita atenção às poucas pessoas acordadas àquela hora. Quando alcançou a rua, avistou ao longe o micro-ônibus que faria o seu transporte fazendo o retorno na rua para entrar na via onde algumas pessoas esperavam pacientemente.</p>
<p>Guilherme correu, vencendo a distância até o ponto onde as pessoas estavam em pé, alcançando-as exatamente ao mesmo tempo em que o micro-ônibus chegava. Respirou aliviado, e quando subia as escadas do veículo, olhou o visor do relógio que mostrava algo como uma tentativa de entender o motivo da aceleração repentina dos batimentos cardíacos do seu portador. Guilherme fez uma cara de impaciência para o relógio, como se este fosse entender, e se perguntou se realmente havia feito a compra do equipamento certo, já que por pouco não chegava novamente atrasado no trabalho.</p>
<p>continua na próxima página&#8230;</p>
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		<title>Nova fase!</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 14:10:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ressurgindo das cinzas, vamos remodelar o site iCore para deixá-lo ativo novamente.
Infelizmente, no processo de atualização, a grande maioria das notícias passadas foram perdidas. Isso é o que dá deixar o site parado tanto tempo&#8230; Mas vamos tentar recuperar o que for possível.
Desculpem pelo tempo perdido, para os que acompanhavam as notícias e dicas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="cinzas" src="http://farm4.static.flickr.com/3331/3664604707_45611698b0_m.jpg" alt="" width="108" height="173" />Ressurgindo das cinzas, vamos remodelar o site iCore para deixá-lo ativo novamente.</p>
<p>Infelizmente, no processo de atualização, a grande maioria das notícias passadas foram perdidas. Isso é o que dá deixar o site parado tanto tempo&#8230; Mas vamos tentar recuperar o que for possível.</p>
<p>Desculpem pelo tempo perdido, para os que acompanhavam as notícias e dicas por aqui. E não se preocupem, porque na medida do possível, elas retornarão!</p>
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