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Dec/09
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Google Chrome: Futuro incerto para o Firefox

O Firefox é um guerreiro. Em tempos que o Internet Explorer reinava absoluto, tendo derrubado o seu maior combatente, o falecido Netscape, eis que surge das cinzas o browser da raposa vermelha. Logo caiu em bons olhos, com recursos inovadores e interface enxuta. Com o passar dos anos, o browser foi ganhando forças e revolucionando a área. Posso estar me enganando, mas acredito que muitos recursos hoje presentes em vários navegadores surgiu com o Firefox: área de busca dedicada, plugins de buscadores, awesome-bar, auto-correção automática, gerenciamento de sessões, e talvez o melhor de todos, extensões que transformavam o navegador em uma potência personalizada.

Por esse motivo, hoje em dia, o espaço do Firefox, conquistado a duras penas, parece estar ameaçado pelo concorrente Google Chrome. O navegador do Google também surgiu inovando, porém em performance. Desde o início, o Firefox recebia críticas em relação ao gerenciamento de memória e muitos achavam o browser um pouco pesado e lento. Foram exatamente os elogios recebidos pelo Chrome quando ele apareceu do nada, quando todos também comentavam: “mais um navegador?? Para quê??”

Porém o Google não entra em um setor “só de brincadeira”. O Chrome vem ganhando força e até Sistema Operacional para netbooks já virou. E agora ganhou um aliado recurso, a possibilidade de instalar extensões. A facilidade é incrível, e nem é necessário reiniciar o browser a cada extensão instalada.

Página de extensões do Google Chrome

Página de extensões do Google Chrome

Muitas opções, diga-se de passagem, para os primeiros dias de lançamento. Gmail, Facebook, Tweeter, Myspace, Google Calendar, Adblock, entre outras opções.

Ainda não chegou o dia, mas é possível que em breve o Firefox perderá o status de navegador padrão no meu computador. O Chrome ainda possui alguns nós soltos, principalmente na versão para Mac foi lançada a pouco tempo: não possui extensões ainda e nem plugin para Java.

Mas a menos que o Firefox 4.0 resolva virar o jogo, chegará em breve o dia que apagarei o Firefox do meu HD, e encerrando uma era de luta e méritos!

t+

27
Jun/09
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2050: O ano em que o Google vai dominar o mundo.

“Estamos chegando lá?”

Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns minutos, ainda sentado na cama, se perguntou por que havia comprado aquele novo modelo que não possuía um botão para desligar o alarme – muito menos o clássico botão “soneca” –, mas, ao invés disso, conseguia detectar os batimentos cardíacos e o nível de atividade cerebral para saber se o usuário havia finalmente acordado ou tentava dormir mais alguns minutinhos. Por fim, ele se lembrou o motivo da persistência do aparelho: nos últimos três dias, Guilherme chegou atrasado no trabalho e então comprou um relógio que fosse capaz de ajudá-lo nesse sentido.

O céu já aparecia bastante iluminado na janela do quarto, embora o sol devesse ainda estar nascendo nos próximos minutos. A luz passava pelas janelas em quantidade suficiente para iluminar todo o ambiente. Todas as janelas do apartamento trabalhavam da mesma forma, filtrando a luz do exterior para aproveitar ao máximo nos ambientes internos. O quão iluminado ou nublado o céu realmente estava, Guilherme só poderia ver se abrisse as janelas ou quando saísse de casa, mais tarde.

Depois de algum tempo sentado na cama, reunindo forças para ir até o banheiro, finalmente levantou-se, fazendo o mínimo de barulho para não acordar seus dois amigos que dormiam no mesmo quarto. Depois de tomar uma boa ducha, encontrou outros dois colegas que comiam algo na cozinha, antes de sair para os seus respectivos trabalhos. Uma outra amiga entrou na cozinha logo depois.

Desde 2033, as vidas nos apartamentos estavam assim. O crescimento demográfico não diminuiu tanto quanto os estudiosos previam – ao menos nos países subdesenvolvidos. Por isso, algumas cidades em situação mais crítica precisaram adotar leis de convivência para conter o número sempre crescente de habitantes.