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	<title>iCore &#187; Google</title>
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	<description>Just another WordPress weblog</description>
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		<title>Google Chrome: Futuro incerto para o Firefox</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
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		<description><![CDATA[O Firefox é um guerreiro. Em tempos que o Internet Explorer reinava absoluto, tendo derrubado o seu maior combatente, o falecido Netscape, eis que surge das cinzas o browser da raposa vermelha. Logo caiu em bons olhos, com recursos inovadores e interface enxuta. Com o passar dos anos, o browser foi ganhando forças e revolucionando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm5.static.flickr.com/4038/4173238088_9ea5ebd825_o.png" alt="" width="299" height="150" />O Firefox é um guerreiro. Em tempos que o Internet Explorer reinava absoluto, tendo derrubado o seu maior combatente, o falecido Netscape, eis que surge das cinzas o browser da raposa vermelha. Logo caiu em bons olhos, com recursos inovadores e interface enxuta. Com o passar dos anos, o browser foi ganhando forças e revolucionando a área. Posso estar me enganando, mas acredito que muitos recursos hoje presentes em vários navegadores surgiu com o Firefox: área de busca dedicada, plugins de buscadores, awesome-bar, auto-correção automática, gerenciamento de sessões, e talvez o melhor de todos, extensões que transformavam o navegador em uma potência personalizada.</p>
<p>Por esse motivo, hoje em dia, o espaço do Firefox, conquistado a duras penas, parece estar ameaçado pelo concorrente Google Chrome. O navegador do Google também surgiu inovando, porém em performance. Desde o início, o Firefox recebia críticas em relação ao gerenciamento de memória e muitos achavam o browser um pouco pesado e lento. Foram exatamente os elogios recebidos pelo Chrome quando ele apareceu do nada, quando todos também comentavam: &#8220;mais um navegador?? Para quê??&#8221;</p>
<p>Porém o Google não entra em um setor &#8220;só de brincadeira&#8221;. O Chrome vem ganhando força e até Sistema Operacional para netbooks já virou. E agora ganhou um aliado recurso, a possibilidade de instalar extensões. A facilidade é incrível, e nem é necessário reiniciar o browser a cada extensão instalada.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 514px"><img class=" " src="http://farm5.static.flickr.com/4010/4172482163_b2f38f4352_o.jpg" alt="Página de extensões do Google Chrome" width="504" height="301" /><p class="wp-caption-text">Página de extensões do Google Chrome</p></div>
<p>Muitas opções, diga-se de passagem, para os primeiros dias de lançamento. Gmail, Facebook, Tweeter, Myspace, Google Calendar, Adblock, entre outras opções.</p>
<p>Ainda não chegou o dia, mas é possível que em breve o Firefox perderá o status de navegador padrão no meu computador. O Chrome ainda possui alguns nós soltos, principalmente na versão para Mac foi lançada a pouco tempo: não possui extensões ainda e nem plugin para Java.</p>
<p>Mas a menos que o Firefox 4.0 resolva virar o jogo, chegará em breve o dia que apagarei o Firefox do meu HD, e encerrando uma era de luta e méritos!</p>
<p>t+</p>
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		<title>2050: O ano em que o Google vai dominar o mundo.</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 17:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;
Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns minutos, ainda sentado na cama, se perguntou por que havia comprado aquele novo modelo que não possuía um botão para desligar o alarme – muito menos o clássico botão “soneca” –, mas, ao invés disso, conseguia detectar os batimentos cardíacos e o nível de atividade cerebral para saber se o usuário havia finalmente acordado ou tentava dormir mais alguns minutinhos. Por fim, ele se lembrou o motivo da persistência do aparelho: nos últimos três dias, Guilherme chegou atrasado no trabalho e então comprou um relógio que fosse capaz de ajudá-lo nesse sentido.</p>
<p>O céu já aparecia bastante iluminado na janela do quarto, embora o sol devesse ainda estar nascendo nos próximos minutos. A luz passava pelas janelas em quantidade suficiente para iluminar todo o ambiente. Todas as janelas do apartamento trabalhavam da mesma forma, filtrando a luz do exterior para aproveitar ao máximo nos ambientes internos. O quão iluminado ou nublado o céu realmente estava, Guilherme só poderia ver se abrisse as janelas ou quando saísse de casa, mais tarde.</p>
<p>Depois de algum tempo sentado na cama, reunindo forças para ir até o banheiro, finalmente levantou-se, fazendo o mínimo de barulho para não acordar seus dois amigos que dormiam no mesmo quarto. Depois de tomar uma boa ducha, encontrou outros dois colegas que comiam algo na cozinha, antes de sair para os seus respectivos trabalhos. Uma outra amiga entrou na cozinha logo depois.</p>
<p>Desde 2033, as vidas nos apartamentos estavam assim. O crescimento demográfico não diminuiu tanto quanto os estudiosos previam – ao menos nos países subdesenvolvidos. Por isso, algumas cidades em situação mais crítica precisaram adotar leis de convivência para conter o número sempre crescente de habitantes. <span id="more-15"></span>Dessa forma, as casas e apartamentos deveriam acomodar a maior quantidade possível de moradores, recebendo descontos de acordo com o número de pessoas. Em alguns casos, as pessoas conseguiam fazer até com que o governo pagasse por possuírem um número de moradores maior do que o esperado. De forma semelhante, os moradores solitários foram fortemente desencorajados a continuar com esse estilo de vida, com altas multas e taxas.</p>
<p>Obviamente, todos pagaram o preço da perda de sua privacidade, em diversos níveis. O conceito de casa própria foi esquecido pouco a pouco, sendo elevado ao status das mansões no começo do século. Viver em uma casa com muitas pessoas exigia um grande exercício de paciência. O alarme do relógio era silencioso justamente para evitar atritos desnecessários. Os poucos quartos em que somente duas pessoas dormiam eram aproveitados pelos casais. Entretanto isso não era muito comum, já que a maioria das pessoas casadas acabava tendo que morar separado, devido ao emprego. Esse era exatamente o caso de Guilherme, cuja mulher trabalhava na Alemanha. O mundo sem dúvida se tornou muito mais internacional.</p>
<p>Guilherme parou a conversa com os colegas na cozinha quando viu no visor do microondas o seu nome. Mal lembrava direito o que havia escolhido no dia anterior, e teve uma desagradável surpresa quando notou que havia pedido somente um copo de chocolate quente. Provavelmente havia feito isso em um momento quando estava completamente saciado, na frente do computador do trabalho.</p>
<p>As casas, apartamentos e escritórios – ambientes em geral – se transformaram em entidades quase inteligentes, formando uma espécie de comunidade. O escritório de Guilherme se comunica automaticamente com seu apartamento quando percebe que Guilherme está de saída, possibilitando assim que a casa se configure de acordo com o ambiente desejado – ou de acordo com o costume aprendido pelas atividades cotidianas. As casas e apartamentos se comunicam entre si, para diversos motivos. Em caso de incêndio ou arrombamento, as residências próximas recebem um sinal de alerta para aumentar o nível de segurança, além de avisar as autoridades competentes. Dependendo do nível de privacidade envolvido, é possível também saber se uma determinada pessoa chegou a casa, e enviar mensagens ou encomendas através da casa.</p>
<p>Depois de alguns minutos perdidos em companhia dos co-habitantes do apartamento, o relógio de pulso de Guilherme vibrou mais uma vez. Desta vez, não assiduamente em intervalos periódicos, mas com um único toque. Só foi necessária uma breve olhada na tela externa da geladeira para entender o significado daquele alerta: Faltavam apenas 10 minutos para o transporte coletivo em direção ao seu escritório.</p>
<p>Guilherme despediu-se dos colegas rapidamente e correu para o quarto para arrumar as últimas coisas. Pegou o cartão de identificação, a carteira e o computador portátil e enfiou tudo de qualquer forma na sua bolsa. Quando saía, lembrou do seu celular, e voltou para pegar seu fone de ouvido sem fio, que na falta de um espaço mais adequado, acabou sendo pendurado na orelha, pronto para uso.</p>
<p>Saiu do quarto com pressa e correu até o elevador. Toda a prudência com o barulho para os amigos que continuavam a dormir, foi abandonada. Ao entrar no elevador, o relógio vibrou mais uma vez, e uma voz feminina soou no fone de ouvido avisando que faltava somente um minuto para a passagem do transporte no ponto destinado.</p>
<p>Embora o elevador tentasse inutilmente chamar a atenção do passageiro solitário com sinais de luzes e bips, Guilherme não percebeu a vontade comunicativa do elevador e saiu sem dar atenção, embora fosse pouco provável que alguém não tivesse notado o show de luzes que o elevador passou a fazer quando se aproximou do térreo.</p>
<p>O hall de entrada do prédio pareceu mais longo do que o normal, quando Guilherme percorreu sua extensão sem dar muita atenção às poucas pessoas acordadas àquela hora. Quando alcançou a rua, avistou ao longe o micro-ônibus que faria o seu transporte fazendo o retorno na rua para entrar na via onde algumas pessoas esperavam pacientemente.</p>
<p>Guilherme correu, vencendo a distância até o ponto onde as pessoas estavam em pé, alcançando-as exatamente ao mesmo tempo em que o micro-ônibus chegava. Respirou aliviado, e quando subia as escadas do veículo, olhou o visor do relógio que mostrava algo como uma tentativa de entender o motivo da aceleração repentina dos batimentos cardíacos do seu portador. Guilherme fez uma cara de impaciência para o relógio, como se este fosse entender, e se perguntou se realmente havia feito a compra do equipamento certo, já que por pouco não chegava novamente atrasado no trabalho.</p>
<p>continua na próxima página&#8230;</p>
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