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	<title>iCore &#187; iphone</title>
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		<title>Novo 3GS Impede o Jailbreak</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 01:59:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[3gs]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
		<category><![CDATA[jailbreak]]></category>

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		<description><![CDATA[Não demorou muito, mas a Apple finalmente contra-atacou. Aparentemente, a mais nova remessa de iPhones 3GS que estão começando a ser vendidos no EUA possuem uma versão atualizada do Bootrom (iBoot-359.3.2), muito provavelmente corrigindo a falha que permitiu o Jailbreak até a versão 3.1.2. Na verdade, a falha não era no firmware, e sim no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 326px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2437/4009598595_261f32b77f_o.png" alt="Post no twitter do dev-team" width="316" height="120" /><p class="wp-caption-text">Post no twitter do dev-team</p></div>
<p>Não demorou muito, mas a Apple finalmente contra-atacou. Aparentemente, a mais nova remessa de iPhones 3GS que estão começando a ser vendidos no EUA possuem uma versão atualizada do Bootrom (iBoot-359.3.2), muito provavelmente corrigindo a falha que permitiu o Jailbreak até a versão 3.1.2. Na verdade, a falha não era no firmware, e sim no próprio iPhone que permitia ser hackeado. Com essa correção, o novo 3GS fica novamente blindado, por tempo indeterminado.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 489px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2534/4009598727_ec07dfeab4_o.jpg" alt="Apple contra-ataca!" width="479" height="219" /><p class="wp-caption-text">Apple contra-ataca!</p></div>
<p>Quem comprou um até agora, está salvo por enquanto. Mas quem pretendia importar um e fazer o Jailbreak, aguarde uma nova investida dos rebeldes.</p>
<p>t+</p>
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		<title>[Rumor] Apple revolucionando a Imprensa</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: <a href="http://icorebr.com/2009/07/14/a-historia-nao-contada-como-o-iphone-revolucionou-a-industria-de-telefonia/" target="_blank">A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</a>. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo seria algo entre um iPhone e um netbook. Como essas teorias vão e vem, é difícil prever quando, ou mesmo se a Apple vai lançar um produto desse tipo.</p>
<p>Porém, algumas notícias recentes começam a dar forma ao corpo. Fontes diversas afirmam que a Apple entrou em contato com os grandes jornais norte-americanos, como o New York Times, para tentar desenvolver uma &#8220;nova versão&#8221;do tablóide. Essa versão seria totalmente compatível com um dispositivo sem mouse e teclado. Outras fontes afirmam que a Apple recebeu visitas de grandes representantes de revistas famosas buscando uma forma interativa de conteúdo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3443/3974933858_05e754f551.jpg" alt="Mock-up de um tablet produzido pela Apple" width="500" height="330" /><p class="wp-caption-text">Mock-up de um tablet produzido pela Apple</p></div>
<p>Essas informações pavimentam o caminho para uma possível entrada no mundo atualmente dominado por dois dispositivos: o Amazon Kindle e o Sony e-Reader. Há anos que escutamos a velha premissa que a mídia impressa está com os dias contados, e dispositivos com o Kindle matarão os livros convencionais. Mas na prática, mesmo com o aumento do número de dados em formato digital, isso não ocorreu ainda.</p>
<p>Estaria Steve Jobs preparando sua cartada final na sua carreira na Apple tentando revolucionar a indústria de notícias? De forma semelhante ao iPhone, já existem concorrentes estabelecidos no mercado, mas sempre existe espaço para inovação. As telas dos dispositivos atuais, por exemplo, são incrivelmente econômicas, mas isso causa limitações como o conteúdo estático, igual a um livro. Uma tela touch screen no estilo do iPhone possui a versatilidade do conteúdo dinâmico e chamativo. Aliando isso a um navegador de internet e aos já estabelecidos recursos de música e vídeo do iPhone, existe um potencial escondido.</p>
<p>A Apple parece estar seguindo a tática que já deu certo uma vez, partindo primeiro para as parcerias. Talvez estejamos presenciando o nascimento de uma revolução. Ou simplesmente mais um gadget que fica encostado na estante e não substitui a sensação de &#8220;saborear&#8221; um livro novo.</p>
<p>t+</p>
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		<title>Como recusar uma ligação com o iPhone travado</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já se perguntou como recusar uma ligação quando o iPhone está no modo sleep, ou seja, com a tela desligada? Nesse modo, todo tipo de interação com o aparelho é resumido ao característico: &#8220;arrastar para desbloquear&#8221;, enquanto no modo normal aparecem dois botões. Veja o exemplo abaixo:
Então aqui vai uma dica rápida para quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já se perguntou como recusar uma ligação quando o iPhone está no modo sleep, ou seja, com a tela desligada? Nesse modo, todo tipo de interação com o aparelho é resumido ao característico: &#8220;arrastar para desbloquear&#8221;, enquanto no modo normal aparecem dois botões. Veja o exemplo abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3490/3972430356_921a3b77f2_o.png" alt="" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Modo bloqueado</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3498/3972429700_32201084be_o.png" alt="" width="320" height="480" /><p class="wp-caption-text">Modo normal</p></div>
<p>Então aqui vai uma dica rápida para quem não tem muita prática: para cancelar uma ligação nesse modo, basta apertar duas vezes no botão de travamento, localizado no topo do aparelho. O primeiro toque silencia a chamada (semelhante a apertar no botão de volume), e o segundo recusa a ligação.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2601/3972461656_d86dd85bd9_o.jpg" alt="Basta apertar duas vezes o botão de travamento" width="500" height="294" /><p class="wp-caption-text">Basta apertar duas vezes o botão de travamento</p></div>
<p>É isso! Espero ter ajudado alguém.</p>
<p>t+</p>
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		<title>A história não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<category><![CDATA[celular]]></category>
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		<description><![CDATA[
A demonstração não estava indo bem.
Novamente.
A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2673/3721201358_0e07b004a6_o.jpg" alt="" width="243" height="260" /></p>
<p>A demonstração não estava indo bem.</p>
<p>Novamente.</p>
<p>A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram apenas defeitos, simplesmente não funcionava. As ligações caíam com frequência, a bateria parava de carregar antes de ficar cheia, dados e aplicações se corrompiam e ficavam inutilizados. A lista de problemas parecia interminável. Ao final da demonstração, Jobs olhou para as doze pessoas na sala com um olhar penetrante e disse, &#8220;Nós não temos um produto ainda.&#8221;</p>
<p>O efeito era ainda pior do que uma das petulâncias de design de Steve Jobs. Quando o chefe da Apple gritava com a sua equipe, era assustador mas familiar. Dessa vez, a sua relativa calma era de tirar os nervos. &#8220;Foi uma das poucas vezes na Apple quando eu tive calafrios,&#8221; disse alguém que participou da reunião.</p>
<p>As consequências eram graves. O iPhone deveria ser a peça central da convenção anual da Apple, a Macworld, agendada para acontecer em poucos meses. Desde o seu retorno à Apple em 1997, Jobs usou o evento como showcase para lançar seus maiores produtos, e os admiradores estavam esperando por outro anúncio dramático. Jobs já havia admitido que o Leopard &#8211; a nova versão do sistema operacional da Apple &#8211; teve atrasos. Se o iPhone não estivesse pronto a tempo, a Macworld seria um fiasco, as críticas caíram sobre Jobs, e as ações da Apple poderiam sofrer.</p>
<p><span id="more-37"></span><strong>E o que a AT&amp;T iria pensar?</strong> Depois de um ano e meio de reuniões secretas, Jobs tinha conseguido finalmente negociar termos com a divisão wireless da gigante da telefonia (na época Cingular) para que ela fosse a operadora do iPhone. Em troca de cinco anos de exclusividade, 10% brutos das vendas de iPhones em lojas AT&amp;T, e uma pequena parcela na receita da loja iTunes, a AT&amp;T deu a Jobs poderes sem precedentes. Ele persuadiu a AT&amp;T em gastar milhões de dólares e milhares de horas de trabalho para criar um novo recurso, chamado de caixa de mensagens visual (visual voicemail), e reinventar o processo de ativação de celulares nas lojas que consumia tempo. Ele também conquistou um acordo único de porcentagem nas receitas, ganhando de maneira grosseira $10 por mês para cada conta de iPhone na AT&amp;T. Além disso tudo, a Apple mantinha o controle completo sobre o design, fabricação e marketing do iPhone. Jobs tinha conseguido o impensável: espremeu um acordo favorável de um dos maiores jogadores da competitiva indústria de telefonia móvel. Agora, o mínimo que ele poderia fazer era manter os prazos de entrega.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 386px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2666/3721201574_2796f3c885.jpg" alt="Steve Jobs anuncia o iPhone" width="376" height="333" /><p class="wp-caption-text">Steve Jobs anuncia o iPhone</p></div>
<p>Para aqueles trabalhando no iPhone, os próximos três meses seriam os mais estressantes das suas carreiras. Discussões aconteciam rotineiramente nos corredores. Engenheiros, atrasados nas longas noites de programação, saíam, e só retornavam dias depois, após recuperar as horas de sono. Uma gerente de produtos bateu a porta do seu escritório tão forte que a maçaneta empenou e a trancou dentro. Foi necessário mais de uma hora de seus colegas e algumas pancadas com um taco de alumínio para libertá-la.</p>
<p>Mas ao final da maratona, poucas semanas antes da Macworld, Jobs tinha um protótipo em mãos para mostrar aos chefes da AT&amp;T. No meio de dezembro de 2006, ele encontrou-se com o chefe Stan Sigman em uma suíte de hotel em Las Vegas. Ele mostrou o iPhone e sua tela brilhante, seu browser poderoso e sua interface intuitiva. Sigman, um reservado texano deixou de lado suas tradições conservadoras de engenharia que permeavam as grandes companhias de telefonia dos Estados Unidos e disse do iPhone, &#8220;o melhor dispositivo que eu já vi.&#8221;</p>
<p>Seis meses depois, em 29 de Junho de 2007, começaram as vendas do iPhone. Na época, analistas estimaram que os consumidores devorariam 3 milhões de unidades até o fim de 2007, fazendo do iPhone o smartphone mais rapidamente vendido em todos os tempos. Ele é também sem dúvidas o aparelho mais lucrativo da Apple. A companhia arrecadava aproximadamente $80 dólares para cada iPhone de $399 vendido, e sem contar os $240 para cada contrato de 2 anos assinado na AT&amp;T. Nesse tempo, quase 40% dos compradores de iPhone eram novos consumidores da AT&amp;T, e o iPhone triplicou o volume de tráfego de dados da operadora em cidades como Nova Iorque e São Francisco.</p>
<p>Leia mais&#8230;</p>
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