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	<title>iCore &#187; mac</title>
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		<title>Apple Store Brasil Finalmente Aberta!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>
		<category><![CDATA[loja]]></category>
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		<description><![CDATA[Demorou um bocado, mas finalmente se concretizou. A Apple já vinha demonstrando um interesse crescente no mercado latino-americano, e agora finalmente a sua linha de produtos completa pode ser comprada a partir do site oficial.
Como assim? Antes não era possível? Não&#8230; antes tudo que tínhamos era uma lista de revendedores autorizados, onde poderíamos acessar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://store.apple.com/br"><img class="aligncenter" src="http://farm3.static.flickr.com/2564/3986491319_e1e37d40c0_o.jpg" alt="" width="493" height="196" /></a>Demorou um bocado, mas finalmente se concretizou. A Apple já vinha demonstrando um interesse crescente no mercado latino-americano, e agora finalmente a sua linha de produtos completa pode ser comprada a partir do site oficial.</p>
<p>Como assim? Antes não era possível? Não&#8230; antes tudo que tínhamos era uma lista de revendedores autorizados, onde poderíamos acessar o site ou ligar para a loja. Agora tudo pode ser feito diretamente no site da Apple, com as vantagens que os outros países também ganham: equipamentos personalizados, gravações a laser gratuitas nos ipods, descontos para estudantes e professores, frete grátis para compras acima de R$120 e parcelamento sem juros até 12 vezes.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://farm4.static.flickr.com/3506/3986494787_21ef633507_o.png" alt="" width="471" height="182" /></p>
<p>Os preços, apesar de sempre caros para os padrões nacionais e de outras marcas, também são atraentes. O preço de um Mac novo caiu consideravelmente no decorrer do ano.</p>
<p>Bem-vinda a Apple Store Brasil, e aproveitem as vantagens.</p>
<p>t+</p>
]]></content:encoded>
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		<title>iTunes + CoverSutra: Script de Lançamento Automático</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/09/08/itunes-coversutra-script-de-lancamento-automatico/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 17:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[applescript]]></category>
		<category><![CDATA[coversutra]]></category>
		<category><![CDATA[itunes]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>

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		<description><![CDATA[CoverSutra é uma aplicação para os fãs de música que gostam de informações visuais sobre o que está tocando. E vai mais longe, incrementa o iTunes com controles avançados e universais para acesso rápido. Esse post não é para falar do CoverSutra em si (no site deles dá para ver bastante coisa) mas sim na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2564/3901051158_99fc7aedb2_o.png" alt="" width="82" height="82" />CoverSutra é uma aplicação para os fãs de música que gostam de informações visuais sobre o que está tocando. E vai mais longe, incrementa o iTunes com controles avançados e universais para acesso rápido. Esse post não é para falar do CoverSutra em si (no <a href="http://www.sophiestication.com/coversutra/" target="_blank">site</a> deles dá para ver bastante coisa) mas sim na sua integração com o iTunes.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2587/3901050694_42518cb61c.jpg" alt="A capa do disco pode aparecer no desktop" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">A capa do disco pode aparecer no desktop</p></div>
<p>Quem já usou o programa, provavelmente percebeu que ele possui uma opção de iniciar automaticamente no login do sistema, e também possui a opção de iniciar o iTunes quando ele for aberto. Porém, sou adepto que alguns costumes os programas precisam aprender com o usuário, e não o usuário se adaptar às limitações do programa. Eu não queria deixá-lo aberto consumindo memória mesmo quando o iTunes não estivesse aberto, e também não queria precisar abrir o CoverSutra para iniciar o iTunes junto. A solução parecia simples, o iTunes deveria iniciar o CoverSutra. Porém como o iTunes não sabe quais plugins estão instalados, não existe essa opção nas suas preferências.</p>
<p>A solução final foi então escrever um Applescript que fizesse o trabalho. Segue abaixo o código fonte:</p>
<blockquote><p><strong>global</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span><br />
<strong>set</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>to</strong> <span style="color: #800080;">false</span></p>
<p><strong>on</strong> <strong><span style="color: #0000ff;">idle</span></strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>if</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;iTunes&#8221; <strong>is</strong> <span style="color: #666699;">running</span> <strong>then</strong><br />
<strong>tell</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;CoverSutra&#8221; <strong>to</strong> <span style="color: #0000ff;"><strong>launch</strong></span><br />
<strong>set</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>to</strong> <span style="color: #800080;">true</span><br />
<strong>end if</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>if</strong> <span style="color: #339966;">itunesrunning</span> <strong>is</strong> <span style="color: #800080;">true</span> <strong>then</strong><br />
<strong>if</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;iTunes&#8221; <strong>is not</strong> <span style="color: #666699;">running</span> <strong>then</strong><br />
<strong>tell</strong> <em><span style="color: #0000ff;">application</span></em> &#8220;CoverSutra&#8221; <strong>to</strong> <strong><span style="color: #0000ff;">quit</span></strong><br />
<strong>end if<br />
end if<br />
</strong></p>
<p><strong>end</strong> <span style="color: #0000ff;"><strong>idle</strong></span></p></blockquote>
<p>Em seguida é necessário salvar o script como uma Aplicação (no menu Salvar Como&#8230;) e habilitar a opção &#8220;Stay Open&#8221; devido ao bloco &#8220;on idle&#8221;. Dessa forma quando o script rodar, ele vai esperar o sistema ficar razoavelmente livre para chamar o trecho de código.</p>
<p>Em seguida, basta deixar o script rodando sempre que o sistema operacional iniciar. Para isso vá em System Preferences &gt; Accounts e escolha a sua conta e depois em Login Items adicione a seu script salvo em forma de aplicação.</p>
<p>Pronto, ao reinciar o sistema, o script vai rodar automaticamente e caso o iTunes esteja rodando, ele vai iniciar o CoverSutra em alguns segundos. A vantagem em relação a deixar o CoverSutra sempre aberto é o desempenho, que embora não seja grande, somando vários aplicativos, faz a diferença. Enquanto o CoverSutra em standby usa 40MB de memória, o script funciona com apenas 5MB.</p>
<p>É isso!</p>
<p>PS: Criando uma aplicação desse jeito, ela é automaticamente adicionada no Dock quando iniciada. Para evitar que isso aconteça e ela rode sempre em background basta clicar com o botão direito na aplicação &gt; Show Package Contents &gt; Contents e editar o Info.plist acrescentando a seguinte linha de código:</p>
<p>&lt;key&gt;NSUIElement&lt;/key&gt;<br />
&lt;string&gt;1&lt;/string&gt;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Dica] Drag and Drop Extreme</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/08/07/dica-drag-and-drop-extreme/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 02:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[dock]]></category>
		<category><![CDATA[finder]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[safari]]></category>
		<category><![CDATA[switcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Conta a história, que houve um tempo em que o Mac OS X nem possuía uma janela de terminal, para comandos de texto. Isso era devido ao apelo da interface gráfica, que fazia a propaganda de ser intuitiva e totalmente acessível através do mouse. Hoje em dia, o Mac OS X Leopard ainda traz consigo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://farm4.static.flickr.com/3432/3799136069_1594b4683a_o.png" alt="" width="173" height="100" />Conta a história, que houve um tempo em que o Mac OS X nem possuía uma janela de terminal, para comandos de texto. Isso era devido ao apelo da interface gráfica, que fazia a propaganda de ser intuitiva e totalmente acessível através do mouse. Hoje em dia, o Mac OS X Leopard ainda traz consigo esse legado, mesmo que suas suas origens Unix tem vindo à tona, com comandos de texto avançados. Vou explicar aqui algumas funcionalidades existentes no sistema operacional da Apple através do recurso arrastar-e-soltar.</p>
<p><strong>Spring-loaded</strong></p>
<p>Esse é um recurso que permite o usuário navegar em várias pastas do sistema apenas segurando o mouse sobre elas. Experimente arrastar um arquivo para um dos seus drives no Desktop, uma janela do Finder abre e você pode navegar em qualquer pasta dessa forma. Para ajustar o tempo de espera com o mouse sobre a pasta vá em Finder » Preferences. Ou se estiver com pressa, aperte a barra de espaços e a pasta abrirá imediatamente.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3440/3799955296_6875d74b77.jpg" alt="Para mover um arquivo basta arrastar entre as pastas" width="500" height="291" /><p class="wp-caption-text">Para mover um arquivo basta arrastar entre as pastas</p></div>
<p><strong>Gerenciando arquivos</strong></p>
<ul>
<li>Command+Arrastar entre volumes = mover o arquivo (por padrão o SO copia arquivos entre volumes diferentes).</li>
<li>Option+Arrastar no mesmo volume = copiar o arquivo (por padrão o SO move arquivos no mesmo volume).</li>
<li>Command+Option+Arrastar = criar uma atalho para o arquivo ou pasta.</li>
<li>Arrastar+Esc = cancelar tudo e voltar para onde estava.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3515/3799136485_1ea59d75dc.jpg" alt="Command+Clique na barra de títulos" width="500" height="291" /><p class="wp-caption-text">Command+Clique na barra de títulos</p></div>
<p>Esse agora é um recurso bem escondido: experimente abrir um arquivo qualquer (um texto no TextEdit, por exemplo). Depois de editar o arquivo, imagine que você quer copiá-lo para seu pendrive, para levar para o trabalho. Em vez de ir no Finder à procura do arquivo original, basta clicar no ícone na barra de título e Command+Arrastar para seu pendrive. <em>Voilá</em>. Ah, se você der um Command+Clique nesse ícone ele vai mostrar a árvore de diretórios onde o arquivo se encontra.</p>
<p><strong>Dock</strong></p>
<p>O Dock é mais do que um monte de ícones em uma prateleira para lançar aplicativos:</p>
<ul>
<li>Você já deve saber que arrastar um arquivo para uma aplicação abre aquele arquivo. E quanto a pedaços de informação? Por exemplo, arraste um texto de uma página para o TextEdit para abrir um novo documento com aquele texto.</li>
<li>As aplicações também funcionam de forma spring-loaded. Arraste algo para uma aplicação no Dock e aperte a barra de espaços para abrir a aplicação sem perder o arquivo no mouse, ou simplesmente trazer a aplicação para frente da tela, se ela já estiver aberta.</li>
<li>Use Command+Option+Arrastar para forçar uma aplicação a abrir o arquivo, mesmo que não esteja na lista de extensões.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3515/3799955438_98e99a9227.jpg" alt="Aperte espaço ao arrastar um arquivo para o Dock" width="500" height="187" /><p class="wp-caption-text">Aperte espaço ao arrastar um arquivo para o Dock</p></div>
<p><strong>Aventurando-se no Safari</strong></p>
<ul>
<li>Selecione um texto, clique e segure um pouco e arraste para o Desktop ou outra pasta para criar um arquivo com aquele nome. Essa técnica funciona com imagens também.</li>
<li>Se você estiver em uma página com um botão &#8220;Selecione o arquivo&#8221;, em vez de clicar nele para abrir uma janela e vasculhar o arquivo no HD, arraste o arquivo para o botão no Safari para carregá-lo. Esse recurso não funciona com botões em Flash.</li>
<li>Arraste um link da barra de endereços para a barra de favoritos para guardar o link, ou arraste um link para a barra de abas para abrir uma nova aba.</li>
<li>Arraste um link para a janela de downloads para baixar o arquivo em vez de abrir no browser (ex: pdf ou mp3).</li>
<li>Lembra no Command+Click na barra de títulos do arquivo? Use isso no link na barra de títulos do Safari para ver o histórico de navegação até a página atual.</li>
</ul>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2466/3799976652_740833906d.jpg" alt="Arraste imagens ou texto do Safari para uma pasta" width="500" height="313" /><p class="wp-caption-text">Arraste imagens ou texto do Safari para uma pasta</p></div>
<p><strong>Continue a arrastar</strong></p>
<ul>
<li>Arraste um frame de um vídeo do Quicktime para criar um snippet para aquele frame. Infelizmente isso não é um JPG ou PNG, então você precisa pós-processar depois para criar uma imagem.</li>
<li>Command+Arrastar ícones da barra de tarefas para reordená-los.</li>
<li>Command+Arrastar ícones para fora da barra de tarefas para excluí-los.</li>
<li>Digamos que você quer arrastar um texto ou arquivo de uma janela que está atrás de outra. Simplesmente mova a janela da frente um pouquinho para o lado e arraste rapidamente o arquivo da janela de trás, sem deixá-la no foco.</li>
<li>Crie um atalho para sua impressora a partir do System Preferences. Depois basta arrastar uma arquivo para o atalho para imprimir rapidamente usando as configurações padrões.</li>
</ul>
<p>t+</p>
<p>via [<a href="http://smokingapples.com/basics/macs-beginners-drag-drop-extreme-screencast/" target="_blank">SmokingApples</a>]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A história não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/07/14/a-historia-nao-contada-como-o-iphone-revolucionou-a-industria-de-telefonia/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[at&t]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iphone]]></category>
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		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[steve jobs]]></category>

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		<description><![CDATA[
A demonstração não estava indo bem.
Novamente.
A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2673/3721201358_0e07b004a6_o.jpg" alt="" width="243" height="260" /></p>
<p>A demonstração não estava indo bem.</p>
<p>Novamente.</p>
<p>A hora avançava em uma das manhãs do outono de 2006. Quase um ano antes, Steve Jobs deu a quase 200 dos melhores engenheiros da Apple a tarefa de criar o iPhone. Ainda assim, na sala de reuniões da Apple, era claro que o protótipo era um desastre. Não eram apenas defeitos, simplesmente não funcionava. As ligações caíam com frequência, a bateria parava de carregar antes de ficar cheia, dados e aplicações se corrompiam e ficavam inutilizados. A lista de problemas parecia interminável. Ao final da demonstração, Jobs olhou para as doze pessoas na sala com um olhar penetrante e disse, &#8220;Nós não temos um produto ainda.&#8221;</p>
<p>O efeito era ainda pior do que uma das petulâncias de design de Steve Jobs. Quando o chefe da Apple gritava com a sua equipe, era assustador mas familiar. Dessa vez, a sua relativa calma era de tirar os nervos. &#8220;Foi uma das poucas vezes na Apple quando eu tive calafrios,&#8221; disse alguém que participou da reunião.</p>
<p>As consequências eram graves. O iPhone deveria ser a peça central da convenção anual da Apple, a Macworld, agendada para acontecer em poucos meses. Desde o seu retorno à Apple em 1997, Jobs usou o evento como showcase para lançar seus maiores produtos, e os admiradores estavam esperando por outro anúncio dramático. Jobs já havia admitido que o Leopard &#8211; a nova versão do sistema operacional da Apple &#8211; teve atrasos. Se o iPhone não estivesse pronto a tempo, a Macworld seria um fiasco, as críticas caíram sobre Jobs, e as ações da Apple poderiam sofrer.</p>
<p><span id="more-37"></span><strong>E o que a AT&amp;T iria pensar?</strong> Depois de um ano e meio de reuniões secretas, Jobs tinha conseguido finalmente negociar termos com a divisão wireless da gigante da telefonia (na época Cingular) para que ela fosse a operadora do iPhone. Em troca de cinco anos de exclusividade, 10% brutos das vendas de iPhones em lojas AT&amp;T, e uma pequena parcela na receita da loja iTunes, a AT&amp;T deu a Jobs poderes sem precedentes. Ele persuadiu a AT&amp;T em gastar milhões de dólares e milhares de horas de trabalho para criar um novo recurso, chamado de caixa de mensagens visual (visual voicemail), e reinventar o processo de ativação de celulares nas lojas que consumia tempo. Ele também conquistou um acordo único de porcentagem nas receitas, ganhando de maneira grosseira $10 por mês para cada conta de iPhone na AT&amp;T. Além disso tudo, a Apple mantinha o controle completo sobre o design, fabricação e marketing do iPhone. Jobs tinha conseguido o impensável: espremeu um acordo favorável de um dos maiores jogadores da competitiva indústria de telefonia móvel. Agora, o mínimo que ele poderia fazer era manter os prazos de entrega.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 386px"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2666/3721201574_2796f3c885.jpg" alt="Steve Jobs anuncia o iPhone" width="376" height="333" /><p class="wp-caption-text">Steve Jobs anuncia o iPhone</p></div>
<p>Para aqueles trabalhando no iPhone, os próximos três meses seriam os mais estressantes das suas carreiras. Discussões aconteciam rotineiramente nos corredores. Engenheiros, atrasados nas longas noites de programação, saíam, e só retornavam dias depois, após recuperar as horas de sono. Uma gerente de produtos bateu a porta do seu escritório tão forte que a maçaneta empenou e a trancou dentro. Foi necessário mais de uma hora de seus colegas e algumas pancadas com um taco de alumínio para libertá-la.</p>
<p>Mas ao final da maratona, poucas semanas antes da Macworld, Jobs tinha um protótipo em mãos para mostrar aos chefes da AT&amp;T. No meio de dezembro de 2006, ele encontrou-se com o chefe Stan Sigman em uma suíte de hotel em Las Vegas. Ele mostrou o iPhone e sua tela brilhante, seu browser poderoso e sua interface intuitiva. Sigman, um reservado texano deixou de lado suas tradições conservadoras de engenharia que permeavam as grandes companhias de telefonia dos Estados Unidos e disse do iPhone, &#8220;o melhor dispositivo que eu já vi.&#8221;</p>
<p>Seis meses depois, em 29 de Junho de 2007, começaram as vendas do iPhone. Na época, analistas estimaram que os consumidores devorariam 3 milhões de unidades até o fim de 2007, fazendo do iPhone o smartphone mais rapidamente vendido em todos os tempos. Ele é também sem dúvidas o aparelho mais lucrativo da Apple. A companhia arrecadava aproximadamente $80 dólares para cada iPhone de $399 vendido, e sem contar os $240 para cada contrato de 2 anos assinado na AT&amp;T. Nesse tempo, quase 40% dos compradores de iPhone eram novos consumidores da AT&amp;T, e o iPhone triplicou o volume de tráfego de dados da operadora em cidades como Nova Iorque e São Francisco.</p>
<p>Leia mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>10 Coisas que Mac Switchers precisam saber</title>
		<link>http://icorebr.com/2009/06/27/10-coisas-que-mac-switchers-precisam-saber/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 20:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[switcher]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de mais nada: “switcher” é aquele que troca de Sistema Operacional (ou de facção, dependendo de como você enxergue a coisa). Ou seja, Windows para Linux, Windows para Mac OS X, Linux para Mac OS X, etc.
Dito isto, acontece com freqüência que alguns switchers simplesmente não conseguem se adaptar às diferenças práticas existentes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="switcher" src="http://farm2.static.flickr.com/1241/1376052684_bcdd79dcb2_o.png" alt="" width="128" height="128" />Antes de mais nada: “switcher” é aquele que troca de Sistema Operacional (ou de facção, dependendo de como você enxergue a coisa). Ou seja, Windows para Linux, Windows para Mac OS X, Linux para Mac OS X, etc.</p>
<p>Dito isto, acontece com freqüência que alguns switchers simplesmente não conseguem se adaptar às diferenças práticas existentes em cada SO, e acabam retornando ao seu sistema-materno. O intuito deste artigo é explicar algumas diferenças ideológicas e práticas entre o Windows e o Mac OS X, de forma a ajudar quem esteja migrando para este SO.</p>
<p><strong>1. Botão Vermelho não é Fechar Aplicação</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 275px"><img title="botao vermelho" src="http://farm2.static.flickr.com/1157/1375150675_91fae674ae_o.png" alt="Botão vermelho para fechar janela" width="265" height="55" /><p class="wp-caption-text">Botão vermelho para fechar janela</p></div>
<p>O botão vermelho (que possui um “X” quando o mouse está sobre ele) não funciona da mesma forma que o “X” do Windows — que por sinal estão em lados opostos da janela. Enquanto no Windows clicar no “X” fecha a aplicação, no Mac OS X, o botão vermelho fecha apenas a janela (exceto algumas poucas exceções).<span id="more-23"></span>Por exemplo, se você clicar no botão vermelho da janela do Safari, Firefox ou Finder, mesmo que você feche todas as janelas, aquela aplicação continuará sendo executada, ocupando espaço na memória. É possível verificar isso olhando para o Dock, no parte inferior da tela: as aplicações sendo executadas possuem uma luz azulada abaixo delas.</p>
<p><img class="aligncenter" title="quit" src="http://farm4.static.flickr.com/3595/3665447765_d6c1f2d035_o.png" alt="" width="351" height="347" /></p>
<p>A solução para esse caso, é se acostumar a usar o atalho ⌘Q, que encerra a aplicação inteira.</p>
<p><strong>2. Botão Verde não é Maximizar Janela</strong></p>
<p>Outra diferença que confunde os switchers: ao ver um botão verde com um “+” escrito, é comum pensar que vai servir para fazer a janela crescer ocupando a tela inteira. No Mac OS X, esta tecla (chamada de Zoom) funciona de outra forma. Ela varia de aplicação para aplicação, mas em geral ela é um maximizar “inteligente”, que em vez de ocupar toda a tela, vai ocupar somente o espaço que você vai realmente usar.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="verde" src="http://farm4.static.flickr.com/3608/3665447755_db11a47d4a.jpg" alt="Antes" width="500" height="315" /><p class="wp-caption-text">Antes</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="depois" src="http://farm4.static.flickr.com/3386/3665447763_8b445dc636.jpg" alt="Depois" width="500" height="282" /><p class="wp-caption-text">Depois</p></div>
<p>Por exemplo, ao clicar no Zoom em uma janela do Finder, esta janela vai ficar do tamanho exato para mostrar todos os ícones presentes na pasta. Nem mais, nem menos (a não ser que existam tantos que não caibam na tela). No iTunes, ela vai alternar a janela para o mini-player ou a janela grande da aplicação. Já no iCal, ela vai funcionar como no Windows, ocupando a tela inteira.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img title="itunes" src="http://farm2.static.flickr.com/1219/1376063066_e83b92b5ec_o.png" alt="iTunes Mini-Player" width="450" height="65" /><p class="wp-caption-text">iTunes Mini-Player</p></div>
<p>O interessante é brincar com essa ferramenta para ver como ela se comporta. Em geral, as telas dos Macs são grandes, então às vezes não existe necessidade para ocupar toda a tela com uma aplicação, deixando um espaço para brincar com outras. Entretanto, também seria bom deixar essa escolha para o usuário, talvez com uma opção no System Preferences. Um sinal que você está realmente se acostumando é quando você vai usar o Windows e não maximiza todas as telas, deixando um espaço para brincar com o Desktop.</p>
<p><strong>3. Duplo-Clique na Barra da Janela não é maximizar</strong></p>
<p><img class="aligncenter" title="minimizar" src="http://farm3.static.flickr.com/2550/3665447761_a6d2b7d5a3.jpg" alt="" width="500" height="313" /></p>
<p>Seguindo o item acima, no Windows, clicar duas vezes na barra da janela faz a mesma maximizar. Como já foi explicado, o Mac OS X não é muito fã dessa função. Portanto, clicar duas vezes na barra da janela fará esta janela ser minimizada para o Dock — com direito a uma animação legal (segure shift ao clicar para ver o que acontece).</p>
<p><strong>4. CTRL e COMMAND</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img title="command" src="http://farm2.static.flickr.com/1223/1375144893_1643fcb385_o.png" alt="Command VS Control" width="500" height="124" /><p class="wp-caption-text">Command VS Control</p></div>
<p>No Windows, a tecla padrão para atalhos é o ctrl (ctrl+c, ctrl+v, ctrt+z). No Mac OS X, essa tecla é o command, que dependendo do teclado pode vir com o nome “command”, o símbolo ⌘, a maçã da Apple, ou uma combinação destes 3 elementos. A tecla ctrl é pouquíssimo usada no Mac OS X, funcionando mais como uma opção para combos, depois de usar o alt e o shift, que são mais comuns.</p>
<p><strong>5. Redimensionando Janelas</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 204px"><img title="resize" src="http://farm2.static.flickr.com/1420/1376063526_9a7110191c_o.png" alt="Redimensionar no canto inferior direito" width="194" height="107" /><p class="wp-caption-text">Redimensionar no canto inferior direito</p></div>
<p>No Windows, as janelas podem ser redimensionadas arrastando qualquer borda ou canto. No Mac OS X, as janelas geralmente não possuem bordas. Para redimensionar uma janela só existe um lugar, o canto inferior direito. No início é bastante difícil ter que se limitar àquele canto específico para redimensionar uma janela, especialmente quando ele pode ser ocludido por alguma outra janela ou sair da tela.</p>
<p><strong>6. ⌘Tab é Application-based</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 465px"><img title="tab" src="http://farm2.static.flickr.com/1354/1375152981_f74caeaf1b_o.png" alt="Command-Tab" width="455" height="119" /><p class="wp-caption-text">Command-Tab</p></div>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 340px"><img title="alt" src="http://farm2.static.flickr.com/1224/1376055746_556fc7dbee_o.png" alt="Alt-Tab" width="330" height="119" /><p class="wp-caption-text">Alt-Tab</p></div>
<p>O que significa isso? Significa que se você está com duas janelas do Firefox abertas, e mais duas janelas do Finder abertas, ao apertar ⌘Tab, só vão aparecer na tela um Firefox e um Finder, e não dois de cada, como acontece no alt+Tab do Windows. Para acessar as janelas específicas de cada aplicação, se usa a combinação ⌘Tab e em seguida ⌘` (que alterna entre janelas de uma mesma aplicação).</p>
<p><strong>7. Copiar ou Recortar?</strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 240px"><img class=" " title="copy" src="http://farm3.static.flickr.com/2442/3666247906_7a86b98f22_o.png" alt="Onde está o Recortar?" width="230" height="291" /><p class="wp-caption-text">Onde está o Recortar?</p></div>
<p>Um atalho inexistente no Mac OS X é o ctrl+x, ou recortar em arquivos, só funciona para textos. Se você abrir o menu em um arquivo só vai encontrar 2 opções: copiar ou colar. Isso se deve ao fato que no Mac OS X a tendência é que as coisas aconteçam visualmente. Então, para mover o arquivo de um lugar para outro, o jeito é arrastar o ícone dele para a pasta desejada. Isso pode confundir os switchers. A partir do Mac OS X Leopard, é possível acelerar o processo apertando a barra de espaços quando estiver arrastando um icone para outra pasta. Fazendo isso, as pastas abrem instantaneamente.</p>
<p><strong>8. Cadê a barra de tarefas e o menu iniciar?</strong></p>
<p>No Mac OS X, existe uma barra no topo da tela que parece ser a barra de tarefas do Windows, mas não é. Em vez de conter os programas abertos, ela contém o menu contextual do programa ativo. Exemplo, se você abrir o Finder, a barra vai conter os itens “Finder, File, Edit, View, Go, Window e Help”. Se você abrir o Firefox, ela vai mudar para “Firefox, File, Edit, View, History, Bookmarks, Tools, Window e Help”. Dessa forma, ao invés de cada aplicação ter uma barra de menu, é essa barra do Mac OS X que trata tudo isso.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="barra" src="http://farm4.static.flickr.com/3340/3666247910_b62b0289ef.jpg" alt="" width="500" height="15" /></p>
<p><img class="aligncenter" title="barra2" src="http://farm3.static.flickr.com/2605/3666247916_597755a8c5.jpg" alt="" width="500" height="15" /></p>
<p>Já o Dock é uma mistura de Menu Iniciar com Barra de Tarefas. Ele contém as aplicações que você precisa iniciar com freqüência, e ao mesmo tempo, mostra as aplicações abertas (caso ela já não esteja no Dock, ela é adicionada no canto direito da barra). O Dock é bastante útil e rápido, mas seu uso pode ser aprimorado através do Quicksilver.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 307px"><img title="dock" src="http://farm4.static.flickr.com/3366/3666247908_d6473772bd_o.png" alt="Dock" width="297" height="116" /><p class="wp-caption-text">Dock</p></div>
<p>A maçã azul no canto superior esquerdo da tela (que pode ser confundida com um menu iniciar) contém operações do Sistema como um todo, independende de aplicação, e atalhos para arquivos mais usados.</p>
<p><strong>9. Aplicação travou? Onde está o CTRL + ALT + DEL?</strong></p>
<p><img class="aligncenter" title="forcequit2" src="http://farm3.static.flickr.com/2440/3665447751_f6dcb6dc3a_o.png" alt="" width="300" height="335" /></p>
<p>Apesar dos teclados Apple possuírem estas 3 teclas, elas não funcionam como a famosa combinação do Windows. Entretanto, para forçar uma aplicação a ser fechada existem 3 maneiras diferentes: Se a aplicação estiver visível no Dock, clique com o botão direito e depois escolha a opção Force Quit. Essa função também está acessível no botão da maçã azul, no canto esquerdo da barra. E por fim, existe um atalho no teclado: ⌥⌘Esc ou Option-Command-Esc.</p>
<p><img class="aligncenter" title="forcequit" src="http://farm3.static.flickr.com/2588/3666247920_cc2b33521d_o.jpg" alt="" width="248" height="254" /></p>
<p><strong>10. Instalar e Desinstalar Programas</strong></p>
<p>Usuários de Windows estão acostumados com uma ferramenta chamada (Un)Installer Wizard, que automatiza o processo de (des)instalação de um programa no SO. Existe ainda uma outra opção no Painel de Controle, Adicionar/Remover Programas. No Mac OS X, as coisas — para variar — são um pouco diferentes. A primeira diferença está no arquivo de instalação. Em vez de um .exe, você vai encontrar sempre um .dmg, que é bem mais seguro. Ele vai montar um drive temporário no sistema, como se você tivesse inserido um CD ou um pendrive. Dentro desse drive, você encontra a aplicação. E agora para instalar? Fácil, arraste o ícone para a pasta Applications, e o programa será instalado. Alguns programas mais complexos como o Office for Mac e o Adobe CS3 usam o wizard para que o usuário escolha algumas opções antes da instalação. Outros programas já trazem o atalho de arrastar e soltar no próprio drive montado, como o exemplo abaixo:</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 371px"><img class=" " title="adium" src="http://farm4.static.flickr.com/3069/3666247896_23493361c8_o.png" alt="Arraste para instalar" width="361" height="281" /><p class="wp-caption-text">Arraste para instalar</p></div>
<p>Para desinstalar? Tão fácil quanto instalar. Vá na pasta Applications, e arraste o ícone da aplicação para a lixeira. Existe um porém nessa prática. Assim como no Windows, algumas aplicações teimam em deixar lixo nas pastas do Sistema quando são desinstaladas. Para isso, existe uma aplicação chamada <a href="http://appzapper.com/" target="_blank">AppZapper</a>. Arrastando o ícone para essa aplicação em vez da lixeira, vai fazer o programa varrer o HD em busca de rastros e apagar tudo. E quem vai apagar o AppZapper??</p>
<p>É isso! Não foi o objetivo deste artigo dizer qual Sistema Operacional é melhor que outro (embora vocês imaginem o que eu acho). O grande intuito desse texto foi ajudar usuários que queiram se aventurar no mundo Mac, e muitas vezes encontram uma barreira chamada “costume”. Tudo parece mais fácil no Windows, porque crescemos usando o Windows, mas não tenham medo de tentar novos horizontes.</p>
<p>t+</p>
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