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	<title>iCore &#187; Tecnologia</title>
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		<title>[Rumor] Apple revolucionando a Imprensa</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 16:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente escrevi um texto sobre os passos que a Apple precisou dar para chegar até o iPhone em: <a href="http://icorebr.com/2009/07/14/a-historia-nao-contada-como-o-iphone-revolucionou-a-industria-de-telefonia/" target="_blank">A História não-contada: Como o iPhone revolucionou a indústria de telefonia</a>. Já há algum tempo, os sites de tecnologia insistem em noticiar que a Apple está para lançar um novo dispositivo, uma espécie de tablet. Esse dispositivo seria algo entre um iPhone e um netbook. Como essas teorias vão e vem, é difícil prever quando, ou mesmo se a Apple vai lançar um produto desse tipo.</p>
<p>Porém, algumas notícias recentes começam a dar forma ao corpo. Fontes diversas afirmam que a Apple entrou em contato com os grandes jornais norte-americanos, como o New York Times, para tentar desenvolver uma &#8220;nova versão&#8221;do tablóide. Essa versão seria totalmente compatível com um dispositivo sem mouse e teclado. Outras fontes afirmam que a Apple recebeu visitas de grandes representantes de revistas famosas buscando uma forma interativa de conteúdo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3443/3974933858_05e754f551.jpg" alt="Mock-up de um tablet produzido pela Apple" width="500" height="330" /><p class="wp-caption-text">Mock-up de um tablet produzido pela Apple</p></div>
<p>Essas informações pavimentam o caminho para uma possível entrada no mundo atualmente dominado por dois dispositivos: o Amazon Kindle e o Sony e-Reader. Há anos que escutamos a velha premissa que a mídia impressa está com os dias contados, e dispositivos com o Kindle matarão os livros convencionais. Mas na prática, mesmo com o aumento do número de dados em formato digital, isso não ocorreu ainda.</p>
<p>Estaria Steve Jobs preparando sua cartada final na sua carreira na Apple tentando revolucionar a indústria de notícias? De forma semelhante ao iPhone, já existem concorrentes estabelecidos no mercado, mas sempre existe espaço para inovação. As telas dos dispositivos atuais, por exemplo, são incrivelmente econômicas, mas isso causa limitações como o conteúdo estático, igual a um livro. Uma tela touch screen no estilo do iPhone possui a versatilidade do conteúdo dinâmico e chamativo. Aliando isso a um navegador de internet e aos já estabelecidos recursos de música e vídeo do iPhone, existe um potencial escondido.</p>
<p>A Apple parece estar seguindo a tática que já deu certo uma vez, partindo primeiro para as parcerias. Talvez estejamos presenciando o nascimento de uma revolução. Ou simplesmente mais um gadget que fica encostado na estante e não substitui a sensação de &#8220;saborear&#8221; um livro novo.</p>
<p>t+</p>
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		<title>2050: O ano em que o Google vai dominar o mundo.</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 17:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Sprint</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;
Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;Estamos chegando lá?&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Faltavam ainda cinco minutos para as cinco horas da manhã quando Guilherme acordou com o alerta silencioso do seu relógio de pulso. A sensação de sentir o aparelho vibrar no braço em intervalos precisamente repetitivos não era nem um pouco agradável e o fez se levantar o mais rápido que pôde. Por alguns minutos, ainda sentado na cama, se perguntou por que havia comprado aquele novo modelo que não possuía um botão para desligar o alarme – muito menos o clássico botão “soneca” –, mas, ao invés disso, conseguia detectar os batimentos cardíacos e o nível de atividade cerebral para saber se o usuário havia finalmente acordado ou tentava dormir mais alguns minutinhos. Por fim, ele se lembrou o motivo da persistência do aparelho: nos últimos três dias, Guilherme chegou atrasado no trabalho e então comprou um relógio que fosse capaz de ajudá-lo nesse sentido.</p>
<p>O céu já aparecia bastante iluminado na janela do quarto, embora o sol devesse ainda estar nascendo nos próximos minutos. A luz passava pelas janelas em quantidade suficiente para iluminar todo o ambiente. Todas as janelas do apartamento trabalhavam da mesma forma, filtrando a luz do exterior para aproveitar ao máximo nos ambientes internos. O quão iluminado ou nublado o céu realmente estava, Guilherme só poderia ver se abrisse as janelas ou quando saísse de casa, mais tarde.</p>
<p>Depois de algum tempo sentado na cama, reunindo forças para ir até o banheiro, finalmente levantou-se, fazendo o mínimo de barulho para não acordar seus dois amigos que dormiam no mesmo quarto. Depois de tomar uma boa ducha, encontrou outros dois colegas que comiam algo na cozinha, antes de sair para os seus respectivos trabalhos. Uma outra amiga entrou na cozinha logo depois.</p>
<p>Desde 2033, as vidas nos apartamentos estavam assim. O crescimento demográfico não diminuiu tanto quanto os estudiosos previam – ao menos nos países subdesenvolvidos. Por isso, algumas cidades em situação mais crítica precisaram adotar leis de convivência para conter o número sempre crescente de habitantes. <span id="more-15"></span>Dessa forma, as casas e apartamentos deveriam acomodar a maior quantidade possível de moradores, recebendo descontos de acordo com o número de pessoas. Em alguns casos, as pessoas conseguiam fazer até com que o governo pagasse por possuírem um número de moradores maior do que o esperado. De forma semelhante, os moradores solitários foram fortemente desencorajados a continuar com esse estilo de vida, com altas multas e taxas.</p>
<p>Obviamente, todos pagaram o preço da perda de sua privacidade, em diversos níveis. O conceito de casa própria foi esquecido pouco a pouco, sendo elevado ao status das mansões no começo do século. Viver em uma casa com muitas pessoas exigia um grande exercício de paciência. O alarme do relógio era silencioso justamente para evitar atritos desnecessários. Os poucos quartos em que somente duas pessoas dormiam eram aproveitados pelos casais. Entretanto isso não era muito comum, já que a maioria das pessoas casadas acabava tendo que morar separado, devido ao emprego. Esse era exatamente o caso de Guilherme, cuja mulher trabalhava na Alemanha. O mundo sem dúvida se tornou muito mais internacional.</p>
<p>Guilherme parou a conversa com os colegas na cozinha quando viu no visor do microondas o seu nome. Mal lembrava direito o que havia escolhido no dia anterior, e teve uma desagradável surpresa quando notou que havia pedido somente um copo de chocolate quente. Provavelmente havia feito isso em um momento quando estava completamente saciado, na frente do computador do trabalho.</p>
<p>As casas, apartamentos e escritórios – ambientes em geral – se transformaram em entidades quase inteligentes, formando uma espécie de comunidade. O escritório de Guilherme se comunica automaticamente com seu apartamento quando percebe que Guilherme está de saída, possibilitando assim que a casa se configure de acordo com o ambiente desejado – ou de acordo com o costume aprendido pelas atividades cotidianas. As casas e apartamentos se comunicam entre si, para diversos motivos. Em caso de incêndio ou arrombamento, as residências próximas recebem um sinal de alerta para aumentar o nível de segurança, além de avisar as autoridades competentes. Dependendo do nível de privacidade envolvido, é possível também saber se uma determinada pessoa chegou a casa, e enviar mensagens ou encomendas através da casa.</p>
<p>Depois de alguns minutos perdidos em companhia dos co-habitantes do apartamento, o relógio de pulso de Guilherme vibrou mais uma vez. Desta vez, não assiduamente em intervalos periódicos, mas com um único toque. Só foi necessária uma breve olhada na tela externa da geladeira para entender o significado daquele alerta: Faltavam apenas 10 minutos para o transporte coletivo em direção ao seu escritório.</p>
<p>Guilherme despediu-se dos colegas rapidamente e correu para o quarto para arrumar as últimas coisas. Pegou o cartão de identificação, a carteira e o computador portátil e enfiou tudo de qualquer forma na sua bolsa. Quando saía, lembrou do seu celular, e voltou para pegar seu fone de ouvido sem fio, que na falta de um espaço mais adequado, acabou sendo pendurado na orelha, pronto para uso.</p>
<p>Saiu do quarto com pressa e correu até o elevador. Toda a prudência com o barulho para os amigos que continuavam a dormir, foi abandonada. Ao entrar no elevador, o relógio vibrou mais uma vez, e uma voz feminina soou no fone de ouvido avisando que faltava somente um minuto para a passagem do transporte no ponto destinado.</p>
<p>Embora o elevador tentasse inutilmente chamar a atenção do passageiro solitário com sinais de luzes e bips, Guilherme não percebeu a vontade comunicativa do elevador e saiu sem dar atenção, embora fosse pouco provável que alguém não tivesse notado o show de luzes que o elevador passou a fazer quando se aproximou do térreo.</p>
<p>O hall de entrada do prédio pareceu mais longo do que o normal, quando Guilherme percorreu sua extensão sem dar muita atenção às poucas pessoas acordadas àquela hora. Quando alcançou a rua, avistou ao longe o micro-ônibus que faria o seu transporte fazendo o retorno na rua para entrar na via onde algumas pessoas esperavam pacientemente.</p>
<p>Guilherme correu, vencendo a distância até o ponto onde as pessoas estavam em pé, alcançando-as exatamente ao mesmo tempo em que o micro-ônibus chegava. Respirou aliviado, e quando subia as escadas do veículo, olhou o visor do relógio que mostrava algo como uma tentativa de entender o motivo da aceleração repentina dos batimentos cardíacos do seu portador. Guilherme fez uma cara de impaciência para o relógio, como se este fosse entender, e se perguntou se realmente havia feito a compra do equipamento certo, já que por pouco não chegava novamente atrasado no trabalho.</p>
<p>continua na próxima página&#8230;</p>
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